CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Caro Editor ,

Obrigado pela cobertura das manifestações ordeiras e democráticas acontecidas em todo território nacional neste 7 de Setembro de 2021.

Obrigado aos colunistas, especialmente ao Bonaventura de Leon, por suas palavras encorajadoras.

Estamos só afirmando nossa vocação por sermos um povo que valoriza a LIBERDADE !

Obrigado Papa Berto, por usar seu espaço para dar voz à LIBERDADE e à TRANSPARÊNCIA pelas quais somos sedentos como POVO !

R. Você resumiu tudo magnificamente bem, meu caro leitor: manifestações ordeiras e democráticas.

Coisa que não acontece nunca nos  ajuntamentos dos marginais e baderneiros canhotos.

E foi no Brasil inteiro: de norte a sul, de leste a oeste, nas capitais e nos interiores.

Tem mais: ainda não acabou!

Hoje à tarde o desmantelo vai ser na Avenida Paulista, na progressista capital de vocês, São Paulo.

E aqui estão alguns registros de hoje nessa sua bela e acolhedora Campinas, onde teve até um comovente e magnífico toque de berrante:

4 pensou em “MARCELO JOSÉ DI DOMIZIO – CAMPINAS-SP

  1. Acabei de voltar da Paulista agora. Vocês não tem noção do tanto de gente que tem lá. Qualquer coisa que eu falar não chega nem perto.

    Tava linda a Paulista

    • Ufa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Acabei de chegar em casa (dista minha residência uns 40 minutos da Paulista), João e vim direto ver as notícias aqui no JBF. Fiquei até a chegada do homi para discursar (não ouvi o discurso).
      Cheguei cedo e fui contando o número de manifestantes. Quando chegou minha contagem a dois trilhões de pessoas (só contei quem estava em verde-amarelo), perdi a conta. E observei que todos estavam armados, conforme disse aquela jornalista. Estavam todos armados de amor ao Brasil.

      Observei, ainda, que alguns opositores de Bolsonaro se fizeram presentes à Paulista para furtar celulares. Observei que alguns foram em cana.

      Foi grandioso por demais, João.

      • Sancho foi inesquecível. Muita gente. Crianças e tias do zap. Todos perigosissimo.

        Ah cantaram músicas subversivas como o hino da independência.

        Fora estes atos nem um copo jogado ao chão.

        Até este instante tem mais gente que qualquer ato da esquerda

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