Nossa homenagem aos 100 anos do Paulo Freire e ao legado que ele deixou no Brasil! pic.twitter.com/NyTDVXRsom
— Liberdade Direita LDR (@liberdadeldrbr) September 19, 2021
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Esta toupeira prejudicou imensamente o nosso país.
Estamos lá embaixo nos índices internacionais do ensino.
Somente asininos petistas enaltecem este (des)professor de araque.
A condição socioeconômica dos alunos brasileiros é um fator preditivo de desempenho no Pisa, exame realizado pela OCDE com alunos de 15 anos. Quanto maior a renda do estudante, melhor a sua performance na prova – e o fosso que separa alunos de diferentes classes sociais está se aprofundando. Em 2009, havia uma defasagem de 84 pontos entre jovens ricos e pobres, indicador que saltou para 97 pontos na prova de leitura de 2018. Na média dos países da OCDE, o gap é de 89 pontos.
Marrocos, Panamá, Colômbia, México, Costa Rica e Vietnã são outros países citados no relatório com índices de desigualdade semelhantes. Na ponta oposta aparecem Rússia, Japão, Bielorrússia, Finlândia e Croácia.
Em termos gerais, os resultados divulgados também apontam que o Brasil está praticamente estagnado em todas as áreas (veja mais nos gráficos abaixo). Em leitura, apenas metade dos alunos atingiu ao menos o nível 2 de proficiência (a média da OCDE foi de 77%), o que quer dizer que os outros 50% não conseguem identificar a ideia principal de um texto de extensão moderada, encontrar informações solicitadas e refletir sobre o propósito do conteúdo e sua forma. Uma parcela ínfima (2%) conquistou o nível de proficiência 5 e 6 (média da OCDE: 9%). Os jovens que chegam aos estágios mais altos têm competência para ler com textos mais longos, lidar com conceitos abstratos ou contra intuitivos e estabelecer distinção entre fato e opinião.
Quando comparado com os países da América do Sul analisados pelo Pisa, o Brasil é pior país em matemática, empatado estatisticamente com a Argentina, com 384 e 379 pontos, respectivamente. Uruguai (418), Chile (417), Peru (400) e Colômbia (391) estão à frente.
Em ciências, o país também fica em último lugar, junto com os vizinhos Argentina e Peru, com empate de 404 pontos. Estão melhor classificados Chile (444), Uruguai (426) e Colômbia (413). Quando o assunto é leitura, o Brasil é o segundo pior do ranking sul-americano, com 413 pontos, ao lado da Colômbia (412). Em último lugar, estão Argentina (402) e Peru (401).
Esse cenário abrange, por exemplo, situações de incapacidade na compreensão de textos e na resolução de cálculos e questões científicas simples e rotineiras. Se comparado à média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil apresenta resultados ainda piores nas três áreas avaliadas, conforme a relação abaixo:
Leitura: OCDE 487, Brasil 413; faixa do Brasil no ranking: 55º e 59º
Matemática: OCDE 489, Brasil 384; faixa do Brasil no ranking: 69º e 72º
Ciências: OCDE 489, Brasil 404; faixa do Brasil no ranking: 64º e 67º
RESULTADO DO BUCÉFALO PETISTA PAULO FREIRE.
Paulo Freire só será colocado no lugar devido – o de nocivo à Educação do Brasil – daqui a uns trinta anos.
Teremos três gerações perdidas de fato, para que se perceba a realidade de sua teoria.
SE OPORTUNIDADE EU TIVESSE, DIRIA: PAULO FREIRE, VAI TOMAR NO CENTRO DO CU.