CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

O ministro da saúde do Japão expôs publicamente os números dos efeitos colaterais das vacinas da Moderna e da Pfizer contra o Covid 19. Além disso, alertou os cidadãos para o risco de inflamação no músculo cardíaco, miocardite, infarto e ressalvou que isso atinge especialmente pessoas jovens.

Completando sua fala, o ministro da saúde japonês disse que o país vai dar conhecimento a todos os cidadãos do risco contido na administração das vacinas e vai tornar isso um adendo à bula atua dos medicamentos.

Quando um ministro de uma nação como o Japão dá uma declaração como essa, expondo publicamente empresas como Moderna e Pfizer, é porque o problema certamente já se estendeu até a fronteira dos tribunais. Porque antes dessa fala, discussões intermináveis devem ter ocorrido entre o governo japonês, os executivos, lobbistas e advogados dessas duas empresas, que são profissionais que às vezes, possuem mais poder que presidentes e primeiros ministros.

O fato do ministro da saúde do Japão ter tido autorização para esse “exposed” aponta para a existência de um verdadeiro oceano de lama vindo à tona. E nele, o Japão está assumindo a posição de parte prejudicada, se posicionando para o caso de uma possível batalha jurídica.

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2 pensou em “JOSÉ ROBERTO – SÃO PAULO-SP

  1. Por estas e outras e diversos comentarios de todas as bandas que ja ví, é que não tomei a tal da 3ª e não vou tomar nem amarrados pelos ovos. Tenho dito.

  2. O ministro nipônico só quis deixar bem claro de que “há algo, muito prá lá de podre, no reino da vacinolândia”.

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