Vi o presidente na TV… livre, leve, solto, um dândi!
Camisinha azul soltinha – talvez com alguma técnica cenográfica mais magro – seria pitaco de alguém? – Mas, lá estava ele… solto, soltinho e propenso a se defender, mostrar serviço.
Falou, falou, sobre tudo e, como foi bonito!
Seus arfanhos, coisa de doidos! Como dizer que – vixe !- graças a ele, o que permitia roubar, acabou com o roubo, por enquanto.
Impediu de roubar ou, coitado, não sabia, pois, acoitou o irmão; nada disse sobre isso, afinal é assunto de família.
Na cabeça baldia em que excrementos e bobagens são limítrofes, mais um, menos um, pouco importa.
Tudo explicado! O crescimento da economia familiar – presidencial – será recorde, o brasil – minúsculo – está inserido no mundo de novo e, sua excelência é um ser verborrágico, como sempre.
Enfim logo tudo será esquecido… Até o próximo escândalo!
Inté!
É isso aí! Excelente texto!
Infelizmente triste verdade… Desde que me entendo por gente funciona assim no Brasil… Parabéns pelo excelente texto Seu Ferreira!
Isso aí vô!
Boa Vô!
Parabens, Vô, rsrsrs!!!! Texto pequeno, mas com uma verdade enorme.