CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Quando atingirmos a meta, dobramos a meta….

A frase da bisonha pessoa que tivemos que suportar durante o governo PT – primeiro em cargos de ministro e, depois no comando da “lojinha” – pode ser reproduzida agora na polêmica da vacina.

O governo federal dormia em berço esplêndido, escorado em decisão do STF – a responsabilidade pelo controle da pandemia era exclusiva dos estados e municípios – empurrando com a barriga a questão, até o Dória partir para o ataque e comunicar que a população daqui de São Paulo começaria a receber vacina conta o Coronavirus em Janeiro próximo, não por coincidência aniversário da capital.

Pior; trouxe um lote, montou uma fábrica e começou a produção.

Daí, começou o pandemônio…

Diz uma frase popular: “boi lerdo bebe água suja”.

É o que vemos; o ministério da saúde entrega ao STF (???) as pressas um plano de vacinação sem data e, sem vacina definida, parecendo que apenas como diria a “gerentona”: “essa é meta, quando ela chegar, a gente vê como faz”.

E dizem que foi feito por expert em logística…

Mas, perguntar não ofende: por que o STF precisa decidir sobre a matéria?

Será que como se desconfia, eles são realmente os detentores do poder de definir tudo no país, relegando os eleitos pelo voto popular a simples coadjuvantes?

São tão profundados em todos os assuntos que podem deliberar até sobre quando, como, de onde e aonde vamos ser vacinados?

Não morro de amores pelo nosso “Cesar” de plantão em SP, detesto suas performances autoritárias (alô ALESP, estão vivos?) e, vejo a cada dia a morte não só de pessoas, mas de negócios, economia e por aí vai, com o eterno abre, fecha, restrição de horários etc.

Mas, somo obrigados a admitir: se hoje os brios do governo federal estão sendo postos a prova na tal pandemia é pela ação – eleitoreira ou não – do nosso governador.

Pode não ser nada, mas “sacudiu a goiabeira” ….

8 pensou em “JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

  1. Realmente tens toda a razão “sacudiu a goiabeira”. Se o Jair não tivesse sido lerdo, não precisaríamos do STF. Bastava ele dizer “vamos enfrentar juntos esta pandemia” que nada disto teria acontecido.

    Quanto aà Dilma, ela deveria ter sido bem clara: “quando atingirmos a meta, que é de X%, vamos dobrá-la para o futuro”. Mas realmente el carecia de fluência na linguagem.

  2. Na verdade Dória está usando a vacina como um instrumento de levante da sociedade contra o governo. Ele pode fazer o que bem quiser. Agora, eu li hoje que o Butantã não entregou os relatórios da análise de dados da terceira fase, então o atraso se deve a uma instituição paulista e não ao governo federal. Eu concordo que Bolsonaro não soube tomar para si as rédeas da situação porque ele perde muito tempo discutindo bobagens. Finalmente, não entendo ser prerrogativa do STF fazer esse tipo de cobrança porque isso não é matéria constitucional. Estão abusando do poder.

  3. É inacreditável ……

    Doriana, um bosta, icompetente, desleal, mentiroso e cara de pau pois nem assume as mentiras que diz, assim como fazia Paulo Maluf, com suas ações está realmente provocando grandes reações…….

    A peimeira é do povo que pensa…….. indignado com a estupidez do Lewandovscki e do Doria

    A segunda é do povo que não pensa …….. felizes em serem picados por algo que NINGUÉM ainda sabe o que é

    Se eu fosse do governo federal apresentava o seguinte plano :

    Solicitando as vacinas prontas do coronavac ao governo de SP para a primeira dose obiga”Dória”
    – em 16/12/2020 obrigatória aos ministros do STF e seus asseclas, digo assessores
    – em 17/12/2020 aos Senadores da República e seus assessores
    – em 18/12/2020 nos Deputados Federais e seus assessores
    – em 21/12/2020 nos governadores e seus assessores
    – em 22/12/2020 nos Juizes dos STJs e seus assessores
    – em 23/12/2020 nos deputados estaduais e seus assessores
    – em 24/12/2020 parte da manhã, nos vereadores e seus assessores
    – até 31/12/2020 pausa para análise de quantas mortes aconteceram
    – Repetir na sequencia a partir de 02/01/2020 aos que restaram desta canalhada.

    Se tudo der certo, não teremos mais os principais problemas no Brasil e poderemos aguardar com tranquilidade os resultados e as análises dos testes feito no âmbito mundial e montaremos o plano de vacinação, não obrigatória para as pessoas do bem ………

    Parece conversa de maluco ….. Plano de vacinação de Vacinas que ainda não existem ……..

    Parece que a estupidez não tem limites mesmo …….

  4. Doria anuncia 1º lote de 120 mil doses de vacina para 20 de novembro
    Fábio de Mello Castanho e Felipe Pereira
    3-4 minutos

    O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou hoje que as primeiras 120 mil doses da vacina Coronavac chegarão no dia 20 de novembro ao estado. Segundo o governador, são esperadas até o dia 30 de dezembro um total de 6 milhões de doses do imunizante utilizado contra o novo coronavírus.

    A Coronavac está na fase 3 de testes, a última para comprovar sua eficácia, mas ainda não tem data para terminar. A aplicação das doses — que chegam prontas — também depende da aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Em caso de reprovação, esses 6 milhões de doses não poderão ser aplicadas.

    “A vacina só será levada a público após autorização final [da Anvisa]”, reiterou o governador.

    “Essa data está confirmada. A Anvisa já havia autorizado [a importação]”, disse Doria. “Agora, autoridades sanitárias da China deram autorização para importação pelo instituto Butantan.”

    As vacinas que chegarão até o final de dezembro fazem parte das 46 milhões de doses compradas pelo governo de São Paulo.

    As primeiras 6 milhões de doses chegam prontas da China e ficarão armazenadas sob responsabilidade do Instituto Butantan. Por questões de segurança, o estado não informa onde as unidades serão armazenadas.

    Em relação ao restante das vacinas, São Paulo receberá os insumos e técnicos do Instituto Butantan vão processar a CoronaVac nos laboratórios nacionais.

    O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, declarou que o primeiro lote de insumos está previsto para chegar em 27 de novembro. A produção, segundo ele, começará 48 horas depois da chegada da matéria-prima.

    O carregamento será suficiente para fabricar 1,2 milhão de vacinas. A aquisição das 46 milhões de vacinas custou US$ 90 milhões (cerca de R$ 479 milhões).
    Fábrica

    Além da chegada da CoronaVac, que é produzida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, Doria informou que as obras da fábrica de 10 mil m² para a produção da Coronavac começaram no dia 2 de novembro.

    Segundo o governador, a capacidade de produção da unidade será de 100 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus. No futuro, a instalação poderá produzir outros imunizantes.

    É uma instalação que já existia, está sendo remodulada. E ali teremos a produção da vacina no Brasil. A previsão é de 10 meses de obra e a fábrica estará pronta em setembro de 2021.”
    João Doria

    Com a previsão de conclusão das obras até setembro de 2021, a produção local das doses só será possível a partir de 2022. Até lá, o Butantan receberá doses prontas da China ou matérias-primas para finalizar a produção no país. A fase de produção no Brasil envolve da formulação ao envase e à rotulagem.

    Os 40 milhões de doses não serão feitos nesta fábrica, mas em outras unidades do Instituto Butantan. Por este motivo, as obras não interferem no calendário de produção das vacinas.

    A reforma da fábrica do Butantan está estimada em R$ 160 milhões, e boa parte dos recursos virá de doações privadas.

    Acho que estado de SP virou uma pequena cidade do interior do Brasil pra vacinar tod

  5. São 600 litros de matéria-prima da vacina que chegaram em um voo com a carga especial que saiu da China, fez uma conexão em Zurique e pousou em Guarulhos no início da manhã desta quinta. O governador João Doria acompanha o desembarque da carga. Material é suficiente para a produção de aproximadamente 1 milhão de doses da vacina, que está sendo desenvolvida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

    De acordo com o governador João Doria, a capacidade de produção é de 1 milhão de unidades por dia. A fábrica vai funcionar ininterruptamente para poder dar conta das R$ 40 milhões que devem ser produzidas até o fim de janeiro. Doria afirmou ainda que 12 estados e 912 municípios já manifestaram interesse em comprar o imunizante.

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