CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Isso é do marido de uma amiga da minha mulher que vai ser mesário. NÃO DEIXE DE LER.

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Aviso aos que moram no Brasil…

Se você vai votar em Flávio Bolsonaro, leia isso antes. É só um aviso aqui…

Ontem passei pelo treinamento para os trabalhos de mesário para a justiça eleitoral.

Lembre-se de fazer o seu voto completo e votar em todos os candidatos

* 01 Presidente
* 01 Governador
* 02 Senadores
* 01 Dep. Federal
* 01 Dep. Estadual

Escolha seus candidatos com consciência, pois se você votar só em Presidente, e votar em branco nas outras opcões, o seu voto será considerado como parcial, e será anulado.

Só irão computar votos validos os que estiverem completos.

Questionei isso com o instrutor, que a sociedade não tinha conhecimento de que o voto parcial não é computado como voto valido.

Questionei revoltado com isso, mas o instrutor deixou bem claro que o voto parcial não vai ser computado… Deixando a entender que é para prejudicar os votos de Flávio Bolsonaro.

Então pessoal, vamos divulgar isso para conhecimento geral da nação, para que fiquemos espertos no dia da votação, e que o nosso voto não seja anulado. Mais de 12 milhões de votos foram invalidados nas eleições passadas. Repassem a todos os patriotas para que votem com consciência. Precisamos nos unir para ajudar nosso Presidente a se eleger.

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.

2 pensou em “JOÃO FRANCISCO – RIBEIRÃO PRETO-SP

  1. “Conhecimento é poder” (scientia potentia est).
    Joannes Franciscus uma vez mais posiciona-se ao lado da verdadeira democracia (informação é poder).
    Tais fatos me fazem lembrar o analfabetismo funcional do povaréu… É de dar dó viver em um país em que informação tão relevante não seja amplamente divulgada pelo TSE em período eleitoral (deeria ser uma das obrigações de tal tribunal). Creio que 9 entre 10 brasileiros sequer desconfiavam disto, pois em uma nação com as notas que tiramos no PISA, certamente buscar informação não é o forte.
    Aproveitando a deixa, euzinha, aos 82 anos concito os velhotes conservadores de meu brasil varonil que compareçam às urnas, pois é fato que militantes e torcedores da extrema-esquerda lá estarão (os chefes os escalam para o ato – missão dada, missão cumprida).

    Mitos, lendas e falácias… O importantíssimo (crucial) 4 de outubro quase à porta e reescrevo a frase mais repetida de toda eleição pelos desinforamdos: “esse ano eu vou anular”. Geralmente dita com a convicção de quem descobriu a pólvora. A desinformação/flácia: “se mais da metade votar nulo, a eleição é anulada e ninguém pode concorrer de novo”.

    Ledo engano. O pouco divulgado artigo 224 do Código Eleitoral fala em nulidade que a Justiça Eleitoral decreta apenas, por fraude, compra de votos, candidato com registro cassado. O voto que você anula na cabine não entra nessa conta. Votos nulos dados pelo eleitor são “manifestação apolítica” e não servem para derrubar eleição nenhuma. Se cem por cento dos eleitores anulassem o voto, o resultado seria uma eleição sem votos válidos e muita gente sem saber o que fazer. Não seria uma revolução. Seria um constrangimento.
    A Constituição, no artigo 77, diz que o presidente é eleito por maioria dos votos válidos, “não computados os em branco e os nulos”. A mesma regra vale para governador. Para deputados, a Lei das Eleições (Lei 9.504, de 1997) diz que só contam os votos dados a candidatos e partidos. Branco e nulo ficam de fora, os dois, do mesmo jeito.

    Outra desinformação é de que voto em branco vá para quem estava ganhando”. Também não. Até 1997 o voto em branco entrava numa conta técnica chamada quociente eleitoral, que serve para distribuir cadeiras de deputado. Ele aumentava a nota de corte, o que atrapalhava partido pequeno. Mas nunca, em momento algum da história, foi entregue de presente a candidato. Desde 1997 nem isso.

    Ou seja, para o resultado final, tanto faz. Para o que o seu voto diz, não.

    E aí reside a cereja do bolo, que ninguém explica. Pense em como cada um deles nasce na urna: para votar em branco, você aperta uma tecla que se chama BRANCO. Ela é branca. Está escrito BRANCO nela. Depois você aperta CONFIRMA. Não existe jeito de fazer isso sem querer. Para votar nulo, você digita um número que não existe, a urna avisa que o voto será nulo, e você confirma. Só que qualquer número errado que o eleitor confirme sem prestar atenção vira exatamente a mesma coisa. O brasileiro que anulou por convicção política ou protesto e o outro que trocou o 2 pelo 3 e apertou CONFIRMA na pressa, caem, os dois, na mesma gaveta da estatística. E o TSE, quando explica por que esses votos não valem, usa uma expressão que resume tudo: voto nulo do eleitor é manifestação “deliberada ou decorrente de erro”. Ou seja, a própria Justiça Eleitoral admite que não sabe qual é qual. E como não sabe, ignora todos. Ou seja, não há como computar os votos em PROTESTO (seu protesto de nada terá valido).
    Hoje Matilde está eleitoreira.

  2. O texto que você compartilhou é falso e trata-se de uma fake news recorrente em períodos eleitorais no Brasil.

    Votar em branco ou nulo em um cargo específico não anula o restante do seu voto. Cada cargo na urna eletrônica é independente.

    Vomo funciona o voto no Brasil

    • Independência dos votos: Se você votar em um candidato para Presidente e deixar os outros cargos em branco ou nulos, apenas o voto para Presidente será computado como válido. Os demais serão contabilizados como brancos ou nulos individualmente.

    • Votos não são anulados por incompletabilidade: A Justiça Eleitoral não cancela um voto válido para um cargo só porque o eleitor não votou nas outras opções da urna.

    • Regra oficial: O voto em branco ou nulo afeta apenas o cargo ao qual foi destinado, sem prejudicar os demais votos válidos digitados corretamente pelo eleitor.

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