CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

As comunicações que trafegam nas redes sociais são demarcadas por um palavreado pleno de abreviaturas, de neologismos, de códigos, enfim, um “internetês” estranho que desacata, sem-cerimônia, os mandamentos mais elementares da língua nacional.

Enquanto o internetês” tenta sobrepor-se à língua pátria, esta, de ânimo forte, vai resistindo bravamente a todos os reveses.

Porém, não é de estranhar se os professores, premidos pela influência poderosa da força do hábito, retornarem às salas de aula, não para ensinar português, mas para aprender o “internetês”.

3 pensou em “JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

  1. Sou aposentado, dono de todo tempo do mundo, mas, me recuso a usar a linguagem “internetês”, não abrevio nada e as vezes, pessoas do meu grupo de amigos questionam: “Marcão seus textos são longos”! Fazer o que? Foi assim que aprendi.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *