O mapa político da América do Sul passa por reorganização histórica rumo à direita, com impactos para o Brasil. As vitórias de Keiko Fujimori (Peru) e de Abelardo de la Espriella (Colômbia) consolidam novo arranjo regional, suplantando a dominância de governos de esquerda.
O movimento se soma à consagração de governantes conservadores já instalados em países como Argentina, Paraguai e, mais recentemente, Chile.
No cenário ideológico do subcontinente, o azul representando a direita avança e expõe antigos bastiões vermelhos da esquerda como Uruguai e o Brasil de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As exceções que restam ficam ao norte, como a ditadura venezuelana, Suriname e as Guianas.
O Brasil, que ainda decidirá neste ano se continua vermelho ou se muda para o azul na fotografia regional, já parece sofrer de um isolamento político crescente, em razão de posturas do governo petista.
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A nota aí de cima termina dizendo que o Brasil petralha já sofre “um isolamento político crescente”.
Isto é um fato que está evidente, escancarado.
Vamos lutar pra essa situação absurda seja resolvida em outubro próximo.
Que a contagem dos votos seja feita de maneira clara e correta.