DEU NO JORNAL

O gabinete do ódio petista, que Lula chama “clube de influência”, criou a mentira de que mais impostos é “bom para a população”.

Só é bom para quem rouba: mais impostos é mais dinheiro em mãos bobas.

* * *

Criar mentiras é tarefa básica, é obrigação fundamental da patota que atualmente administra Banânia.

Dizer que mais impostos é bom pra população é apenas um item.

Existem ouatros, muitos outros mais.

6 pensou em “IMPOSTOS

  1. Goebbels deve estar orgulhoso no inferno, pois foi isso que ensinou.

    A narrativa vira verdade se for repetida muitas vezes.

  2. O Delírio Tributário de um Governo em Estado Terminal
    Há algo de podre no coração da república brasileira – e o cheiro, cada vez mais insuportável, não vem das favelas nem dos esgotos urbanos, mas sim dos salões acarpetados de Brasília. O que se anuncia agora como política fiscal é, na verdade, uma operação de pilhagem institucionalizada, conduzida por um governo que já perdeu qualquer vestígio de pudor. A nova mentira parida pelo gabinete do ódio petista, agora rebatizado com eufemismo de “clube de influência”, é tão perversa quanto primitiva: mais impostos seriam “bons para o povo”.

    Não, senhores. Mais impostos não são bons para ninguém — exceto para quem vive de roubar o Estado. E hoje, o maior assaltante do Estado brasileiro é… o próprio Estado.

    A distorção moral atinge proporções dantescas. Um governo que abriga bilionários do erário — ministros blindados por toga, banqueiros de palanque, deputados sedentos por verbas, e o casal presidencial vivendo em opulência persa — tem a desfaçatez de exigir “sacrifício” do cidadão comum. Um cidadão esmagado por tributos, cercado por burocracia e abandonado por serviços públicos apodrecidos.

    O que Lula e sua trupe propõem é um Brasil convertido em campo de extração fiscal, uma imensa colônia tributária a serviço da corte vermelha. O IOF, ressuscitado pela vontade de um faraó que não aceita ser contrariado pelo Parlamento, é apenas a ponta do iceberg. O objetivo é claro: fazer da máquina pública um Leviatã insaciável, alimentado por sua vítima favorita — o trabalhador.

    Enquanto isso, os palácios seguem iluminados. Janja desfila com grifes de cifras pornográficas, voando em jatos da FAB como se o Brasil lhe pertencesse. Lula, o ex-metalúrgico, já não se envergonha de sua metamorfose em monarca tropical: vive cercado por seguranças armados, consultores milionários e bajuladores profissionais. O homem que dizia lutar contra os ricos tornou-se o pior tipo de rico — o que não produz, o que não assume riscos, o que se sustenta exclusivamente da espoliação dos outros.

    O cenário é de fim de mundo institucional. A imprensa foi comprada. O Congresso é dobrado. O STF tornou-se um braço executivo do poder. E o povo? O povo é insultado. É dito que está sendo “ajudado” quando é furtado. É tratado como um menor de idade crônico, que precisa de um Estado babá — mas que, curiosamente, só lhe oferece esmola enquanto mantém palácios, mordomias e sinecuras intactas e intocáveis.

    Essa não é mais uma república. É uma cleptocracia em coma moral, adornada por propaganda e disfarçada de democracia. O que resta do Brasil é uma fachada. Uma caricatura de país livre. O Estado foi sequestrado. E o sequestrador, agora, exige mais dinheiro.

    Impostos em excesso não geram progresso. Geram poder absoluto para quem já corrompe tudo o que toca. O plano é simples e cruel: sufocar a classe média, anestesiar os pobres com programas de dependência eterna, e perpetuar a elite política no controle total da máquina estatal. Um ciclo vicioso de escravidão fiscal.

    Chegamos ao apocalipse tributário: quanto mais o governo arrecada, mais o país empobrece. O povo paga, mas quem enriquece é o sistema. Um sistema que se reproduz como um câncer, corroendo todas as estruturas republicanas até que reste apenas um esqueleto institucional — funcional o bastante para cobrar tributos, mas inútil para oferecer justiça, saúde ou dignidade.

    E o presidente, em seu delírio de grandeza populista, acredita que pode enganar a história.

    Mas a história, quando desperta, cobra com juros o preço da farsa.

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