Maria Leopoldina da Áustria
Continuo a dar credibilidade a alguns dos meus sonhos porque estou certo de que eles me trazem sugestões motivadoras, sobremodo para alguns lembretes históricos.
Hoje, pouco antes de acordar, apareceu-me uma placa rodoviária: “Império Austro-Húngaro”. Mas por qual razão? Pulei do “berçário” e fui encontrar na enciclopédia, já pensando nessa bagunça geopolítica em que vive o Brasil.
A “mensagem” certamente indicou outros tempos do nosso país, quando alguns personagens estão esquecidos nos comentários dos nossos Canais de Vídeo.
Maria Leopoldina da Áustria, por exemplo. Poucos se reportam à ilustre dama, nas notícias atuais, em termos comparativos com nossa essência política, sobretudo ela, que foi a primeira mulher a governar o Brasil como estado soberano.
Não foi apenas a esposa de D. Pedro I. Mas, regente, estrategista política e primeira imperatriz do Brasil. Também foi rainha consorte de Portugal durante o breve reinado de seu marido entre 10 de março e 2 de maio de 1826.
Isto é que era mulher! Não há semelhanças com outras, alcunhadas de “Primeiras Damas”, que se comportam de modo inexpressivo, prejudicando a nação e seus contribuintes, provocando despesas fora dos nossos lastros.
Meu sonho desta manhã, foi assim, igualmente, o lembrete de que o Império Austro-Húngaro era significativamente menor que o Brasil, possuindo uma área equivalente a menos de 8% de todo o território brasileiro atual.
E nós estamos vivemos a época de reeleger um presidente que já se mostrou um destruidor de todos os nossos valores.
Devemos, portanto, a Dona Maria Leopoldina da Áustria o muito que o Brasil ainda tem de bom em termos de administração e política, sobretudo por sua descendência com o Império Austro-Hungaro.
Mapa do Império Austro-Húngaro

