Livro de histórias infantis
Às vezes a gente acorda pensando numa palavra diferente. Tão incomum que até sugere crônica. Fui aos arquivos e não encontrei nada, senão semelhanças com aquela palavra que pensei dormindo e acordei com ela tilintando no juízo. Aí, dei uma passadinha nas notícias que publiquei em jornais, aqui apimentadas com humor.
VÉIO MANGABA – Já falei desse excelente ator, mas, vale dizer que em setembro de 2003 o sujeitinho fez excelente temporada no Teatro do Parque, no Recife situado na Rua do Hospício. O espetáculo lotou. As pessoas estavam “doidas” para comprar ingressos e conhecer a tradicional Casa.
LEMBRANDO FOLCLORE – Walmir Chagas cantava, dançava, pulava e remexia, lembrando tudo quanto é folclore da terra. E este “tudo”, por apenas R$ 5,00. Uma sopa. Prato cheio. Fez História, mais uma vez, o “Véio Mangaba”.
DESFILE REFORÇADO – Se fosse hoje dir-se-ia ser amostragem de fracos partidos políticos que tentam lotar seus desfiles oferecendo condução gratuita e sanduiche de pão com manteiga. Em setembro de 2003, o dia 7, em Brasília, foi supimpa o desfile das Forças Desarmadas, graças ao encaixe de 90 estabelecimentos de ensino, com seus inocentes alunos, “Importados” de estados periféricos, que marcharam garbosamente. Gastou-se os tubos. É isso aí: sem cão, se caça com “gastos”!
NOTÍCIA MEDICAMENTOSA – Em 2002 escrevi em jornal que o otimismo dos consumidores de “remédios contínuos”, sumiu. A queda dos preços de 150 “milagrosos”, anunciada pelo MS, não chegará às dores dos “impacientes” pois quase todos são de uso hospitalar. E o povão que já estava querendo suspirar, sentiu novas dores. Ái!…
FÓRUM PERNAMBUCANO – O escritor Jacques Ribemboim reclamando o boicote de livrarias com sedes no “Sul Maravilha”, com relação à exposição de obras locais, em suas prateleiras, e a venda de livros de nossos escritores. Como se não bastasse a dificuldade de editá-los! Competente, realizou um fórum em defesa do livro pernambucano. Nota 10. Abriu uma brecha!
CURUPIRA PROCURADO – Que receba o amigo Alexandre de Castro Gomes, um carioca doutorando e mestre em Teoria Literária a minha homenagem, ao publicar a capa do seu: “Procura-se o Curupira”, tema que já inspirou várias histórias infantis do imaginário brasileiro.
PROTETOR FLORESTAL – Mas,eis que sonhei com a palavra Gurupira! No dia 17 de julho comemoramos o “Dia do Protetor da Floresta”, que, no nosso caso, nem é “Marinêses”, nem “Lulêses”, mas o Curupira. Figura folclórica, aliás, que deveria ser reconhecido, na data, como um astro nacional! Devemos dar um Viva Curupira!

Esse cabra é bom!