DEU NO JORNAL

Um ano e meio após a posse de Lula (PT), economistas experientes e o mercado já não esperam grande coisa do atual “governo da vingança”, mas torcem pela manutenção de Fernando Haddad como ministro da Fazenda convencidos de que seria pior sem ele.

O grande medo é dos seus eventuais substitutos, as piores opções possíveis, de Aloizio Mercadante (BNDES) a Márcio Porchmann (IBGE), passando pelo ex-ministro Guido Mantega e o diretor do Banco Central Gabriel Galípolo.

As opções a Haddad sofrem influência da Unicamp, curso de Economia mais empenhado em treinar ativistas partidários do que economistas.

Seus “heterodoxos” fracassam abraçando teorias que negam o óbvio: inflação é fenômeno monetário, por excesso de emissão de dinheiro.

Hoje prevalece a invencionice de uma tal MMT (Modern Monetary Theory), que defende o Estado emitir moeda para gastar à vontade.

Está na lista Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda de Dilma em 2015 e 2016, quando a economia teve desempenho pior que na pandemia.

* * *

É triste, é desolador lermos uma nota feito essa aí de cima.

Deixo os comentários a critério dos nossos leitores, especialistas no assunto.

Vou ficar quietinho aqui no meu canto.

Completamente emputiferado.

Um comentário em ““GOVERNO DA VINGANÇA”

  1. O genial Roberto Campos sabia bem o que a turma dos “heterodoxos” representava para o País:
    “Ou o Brasil acaba com economistas da Unicamp ou os economistas da Unicamp acabam com o Brasil”.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *