A comparação com Bolsonaro foi inevitável, durante a visita do “líder das pesquisas” a Pernambuco, estado onde nasceu.
Nem dirigentes do PT sabiam onde Lula se hospedou.
Como é recorrente, ele só topou ir a eventos controlados, em ambientes fechados, claque escolhida a dedo.
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De fato, a visita do Ladrão-Mor aqui ao nosso estado – o estado que teve o azar de ser sua terra natal – foi um fracasso total.
Os jumentos mortadeleiros tiveram direito a ônibus municipais, pagos com dinheiro público, pra comparecerem ao evento.
Até o aliado de Lularápio, o governador de Pernambuco, o execrável Paulo Oião, foi vaiado pelo público presente.
Também tomou uma vaia no fucinho o candidato a governador Danilo Cabral, apoiado por Lula.
E isto dito, está dito tudo.
Num se precisa falar mais nada.
Que coisa, isto deve ter sido proposital da campanha de lula, pois nos tempos de São Bernardo, eu era estudante, e como todo jovem, com tendência de esquerdista (não se preocupem já estou totalmente curado), eu sempre que podia ia até São Bernardo para ver o movimento, e ia nas assembleias no estádio da Vila Euclides, numa dessas o Joaquinzão o pelego que presidia o sindicato dos metalúrgicos de São Paulo estava presente, e logicamente quando lhe foi dada a palavra, foi aquela vaia, muito maior que esta daí, até porque tinha muita mais gente que neste evento em PE. Lula todo imponente retomou o microfone e pediu ao público que ouvissem o “cumpanheiro”, pois ele estava lá para apoiar o movimento e todo apoio deveria ser bem-vindo, e o público imediatamente parou de vaiar e ouviu um curto discurso do Joaquinzão. Ou seja se ele deixou rolar desta vez, significa que ele só está pensando nele, os apoiadores que se explodam…. Cada um para si e Deus para todos.