O primeiro Oscar do cinema brasileiro, como a maioria dos destaques culturais que acontecem no mundo atualmente, é fruto de uma ideologia política de natureza esquerdista.
Mas, como o mundo está de ponta cabeça e capotando, os paradoxos criados com o advento desse filme chamaram tanto a atenção, que precisaram ser ignorados e apagados e ainda assim, conseguiram cancelar a festa de “Copa do Mundo” tão esperada com a conquista do prêmio.
O dono da coisa é um cineasta capitalista bilionário que apesar da “indumentária” socialista típica dos oportunistas pseudo doutrinados, tem um talento que se mede a peso de ouro.
A trama conta a história e sofrimentos de perseguidos políticos da época da “ditadura militar” e seu elenco, hoje faz coro aplaudindo a condenação de inocentes, presos políticos da ditadura da toga.
Não conseguiram comprar uma estatueta para a atriz.
A estátua que se destaca nesse contexto é aquela que foi pichada com um “perdeu mané”, no oito de janeiro, o dia dia Patriota.

Só podia ser de esquerda esse diretor.
E demorou 7 anos para fazer o filme!
Esquerda é a mão que ele usa para recolher as benesses financeiras do desgoverno em quem seu grupo investiu nas eleições.