This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.
Com esta bela postagem que homenageia a doçura e a resiliência da poetisa goiana Cora Coralina, Dalinha Catunda brinca com a sua própria vocação, traçando um paralelo perfeito entre o ofício da poesia e a arte de fazer doces.
Assim, seus versos e a imagem capturam a essência da mulher que encontra beleza na simplicidade da vida e que, em vez de se lamentar, prefere extrair a magia de cada momento.
O texto forte combinando com a bela imagem estabelecem uma conexão visual e poética perfeita, criando uma homenagem viva à estética e ao legado de Cora Coralina.
Enquanto a imagem foca no doce artesanal, a construção do poema cumpre a parte das palavras, fechando o plano criativo proposto pela colunista sobre a disposição em adoçar o dia com doces e palavras, como fazia a poetisa e doceira goiana.
O resultado final disso é uma feliz e interessante combinação em que a imagem não apenas ilustra, mas amplifica o sentimento de celebração do cotidiano e da força feminina expressos na escrita.
Jairo, boa noite! Que comentário bonito, você valorizou muito meu trabalho com suas significantes palavras. Muito obrigada.
🙂
Boa noite,Dalinha!
Aprecio bastante seus trabalhos e adorei saber que você gostou do meu comentário.
Andei um pouco afastada, mas confesso que seus comentários estão me deixando com vontade de voltar a atuar como antes. Obrigada pelo incentivo.
Bom dia, Dalinha!
Acompanho todos dia as publicações deste Jornal da Besta Fubana e tenho sua coluna como uma das favoritas.
Lembrando uma frase de Michel Temer: “Tem que manter isso, viu?”