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“Num criditu nadica de nada na cortina de fumação lançada”, pois por ‘observação própria’ dos pacifistas e ‘bovinos povos de sudamerica’ durante décadas e suas reações com o que acontece no futebol e na política, creio que grupos organizados (ou não), aqui no Atlântico Sul (excetuando a sumida FARC e o extinto Sendero Luminoso) só se reúnem com péssimas intenções se for para cobrança de desempenho esportivo do clube do coração ou esteja correndo risco de rebaixamento ou que seja rebaixado, ou que perca um clássico de forma vexatória (me desmintam se forem capazes). Aí, sim, os valentões pedem reunião, cercam jogadores à entrada e à saída de treinamentos, colocam faixas ameaçadoras, picham muros, depredam patrimônio do clube, peitam treinadores e dirigentes e adoram chamar assopradores de apitos de “filhos da fruta”. No mais, com relação à política, nossos muitos engravatados pegos por corrupção saqueando em zilhões nossos municípios, estados e/ou o governo fed muito raramente são peitados pelos inconformados em encontros nas ruas ou em aviões (e assim mesmo fica tudo apenas em xingamentos).
A foto do Laudeir me conduz até 8 de janeiro e à manchete O GOLPE DO ALGODÃO DOCE, da revista Oeste (https://revistaoeste.com/revista/edicao-174/o-golpe-do-algodao-doce/)
Hoje Matilde está bovinamente pacifista, um verdadeiro algodãozinho doce. kkkkk.