Leandro Ruschel
É óbvio que as facções brasileiras são grupos terroristas.
A esquerda luta com todas as forças para proteger os criminosos e manipula o debate. A última desculpa para evitar a designação de terrorismo é “evitar intervenções estrangeiras”. Os bandidos sabem que a esquerda os protege; por isso votam em peso na esquerda, e a apoia de todas as formas possíveis.
Outra desculpa é que não se trata de terrorismo porque as ações das facções brasileiras não têm caráter ideológico. Errado!
Essas facções têm o “DNA” da esquerda. É público e notório que o Comando Vermelho foi formado por criminosos que tiveram contato com grupos revolucionários de extrema-esquerda, que usavam táticas de guerrilha e terror nos anos 1960 e 1970, com o objetivo de derrubar o regime militar e instituir uma ditadura comunista no Brasil.
Os manifestos do Comando Vermelho, e depois do PCC, incorporam essa lógica para justificar o crime como ato revolucionário contra um sistema “injusto”, tratando os criminosos como “vítimas da sociedade”, oprimidas pelo sistema de Justiça.
Perceba alguns trechos de manifestos do PCC que vieram a público:
“A Luta pela liberdade, justiça e paz.”
“A união da Luta contra as injustiças e a opressão dentro das prisões.”
“Nós revolucionamos o crime impondo respeito … com a nossa justiça …”
“Lutar sempre pela PAZ, JUSTIÇA, LIBERDADE, IGUALDADE e UNIÃO …”
A natureza política de sua atuação fica ainda mais evidente quando observamos a busca pelo controle de territórios por meio da ação armada e de atos de terror, como ataques indiscriminados ao transporte público, além do uso sistemático da tortura e de outros meios de coação contra os moradores desses locais.
Os brasileiros, de maneira geral, já entenderam que a esquerda não quer resolver o problema. O crime, em todas as suas esferas, é o maior problema do Brasil, e só será resolvido quando for reconhecido que apenas uma operação de guerra poderá acabar com o poder desses marginais.
