Médico em plena atividade, o senador Dr. Hiran (PP-RR) é um critico do programa Mais Médicos, alvo de sanções pelo governo dos Estados Unidos.
Esquema montado para financiar a ditadura com dinheiro público brasileiro, o programa é acusado de impor trabalho escravo aos médicos profissionais de saúde.
Dr. Hiran esteve lá e relatou que a ditadura criou autênticas “fábricas de médicos”, de qualidade duvidosa, em cursos de duração bem reduzida.
Dr. Hiran disse ainda que deixou Cuba ainda mais preocupado com a formação de “médicos”, assim, entre aspas, enviados ao Brasil.
Petistas no Ministério da Saúde e na Organização Panamericana de Saúde, agora sancionados, bolaram o plano para financiar a ditadura.
Nem precisa ter notas boas ou prestar exame para frequentar essas “fábricas”.
Basta ser indicado por “organizações sociais” pró-ditadura.
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É pra arrombar!
Ações petralhas são sempre repugnantes.
Coitados dos pacientes desses “médicos” cubanos.
Eu estaria agredindo o princípio da honestidade se não considerasse a hipótese de que esses profissionais cubanos se apresentaram voluntariamente para a missão em terras brasileiras.
No entanto, a presunção do fulgor ideológico se desmantela no sequestro de suas famílias que permaneceram reféns do governo cubano como moeda de troca da lealdade incondicional e a garantia de que a propalada devoção a Fidel Castro não virasse fumaça no primeiro voo para Miami.
Desgraçadamente, a ditadura castrista usa essa mão de obra como fonte de divisas. Sua commodity mais valorizada é gente. Seus produtos de importação mais bem cotados no mercado internacional são pessoas. Sem o menor trauma de consciência as oferece a quem estiver disposto a comprá-las. O PT estava. E foi às compras.
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