Nesta semana recebi pelo zap uma mensagem do meu estimado amigo José Paulo Cavalcanti.
José Paulo, grande jurista brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras e colunista desta gazeta, assistiu a um vídeo com uma entrevista minha, que dei há algum tempo e da qual nem me lembrava mais.
E ele escreveu-me o seguinte:

E, junto com estas mensagens aí de cima, ele mandou-me também o link do vídeo no Youtube.
Pois é. As duas horas que falei de besteiras durante a entrevista, José Paulo considerou como sendo as “mais agradáveis em muitos anos”.
Fiquei ancho que só a peste com esta generosa apreciação!
E resolvi me amostrar pros amigos fubânicos.
Quem tiver paciência e quiser ouvir a íntegra da conversa, basta clicar na imagem abaixo.
Vou torcer pra que vocês também gostem.

Escrevi o seguinte na mensagem via zape pro Berto, após ter assistido à entrevista:
“Obrigado, meu querido BERTO:
“Parabéns pela entrevista, cujo ponto alto é a emoção que lhe emana quando fala em Quiterinha, sua eterna Musa.”
Apesar de Berto ter o mesmo sentimento paternal por Seu Bertão, ou seja: Seu Luiz Berto, sua sensibilidade romancista vem de Quiterinha, coração materno. Isso é visível em tudo que ele escreve, implícita e explicitamente .”
Parabéns.
Parabéns, querido Editor Luiz Berto, exímio Escritor, pela fabulosa entrevista acima postada, realizada há algum tempo.
Fiquei encantada com a sua desenvoltura e eloquência, ao dizer (ou recitar) diversos poemas, inclusive do seu autor preferido, Castro Alves, O Navio Negreiro.
Sua entrevista foi uma verdadeira aula para os escritores iniciantes, no tocante à necessidade de se ler e reler os bons autores. Sua coleção de obras está nesse rol, sendo leitura obrigatória, principalmente O Romance da Besta Fubana, (um dos livros mais vendidos do Brasil), a Prisão de São Benedito, A Guerrilha de Palmares, Memorial do Mundo Novo e A Serenata.
Sou sua fã incondicional e também adoro seus escritos sobre o grande poeta Orlando Tejo (Campina Grande, 1935 – Recife, 1 de julho de 2018), autor de Zé Limeira, o Poeta do Absurdo.
Os personagens caricatos que habitam sua obra, como Biu do Tacho, Chico Folote, Cego Anízio (Guerrilha de Palmares), Zé da Ferida e outros, são, simplesmente, impagáveis.
Por outo lado, merece destaque o seu brilhantismo fora do Brasil, quando participou, a convite da Embaixada Americana, do Seminário Internacional de Autores. .
Por tudo isso, e muito mais, você tem toda a minha admiração e respeito.
Grande abraço e um excelente domingo para você, Aline e João!
Violante Pimentel
Querida Violante, fiquei muito feliz e ganhei o dia com a sua generosa apreciação sobre este seu amigo e admirador. É um privilégio gozar de sua amizade e do seu bem querer. Gratíssimo do fundo do coração! Um xêro!!!