42 pensou em “ESTRATÉGIA CC

    • João, pense comigo (com o cérebro, não com o fígado).

      Se é legal, não é tráfico.

      Se é legal, compra na loja, não do traficante.

      Se ninguém compra do traficante, o traficante não tem dinheiro nem motivo para dar tiro em ninguém.

      A Coca-cola e a Pepsi não disputam o mercado à bala.

      A Ambev e a Itaipava não usam fuzis.

      Sabe por quê? Porque o estado não manda a polícia atacar os supermercados, mercearias e bares. E por que? Porque o comércio é LEGAL!!!!

      • Marcelo, falando com o coração, as drogas jamais poderão ser legalizadas, pois seja quem quer que for produzir, jamais irá competir com o produtor ilegal, do tráfico.

        Suponhamos que haja produção legal de cocaína, uma farmacêutica produz, paga impostos, muitos impostos e vende. Só poderá ser vendida com receita médica ou qualquer um vai na farmácia e compra? Vai comprar no supermercado, como se compra cerveja para um churrasco? Basta ser maior de idade e blz?

        Quem compra não é consumidor e sim viciado, doente, ou seja, não tem controle sobre a sua própria vontade. E não me venha comparar isso com a cachaça, não tem o menor cabimento

        Quando o cara não tem dinheiro para comprar, ele vende tudo o que tem, quando o tudo acaba ele vai roubar, assaltar. É isso que acontece no mundo real.

        O cara bacana que tem dinheiro, ele não vai querer se identificar como viciado, pois vai ser segregado da sociedade (que deve saber quem compra) então ele vai continuar comprando no tráfico. V. deixaria sua filha casar com um cara viciado em cocaína? Eu não.

        Agora, se sua tese é boa, me diga um país onde isso funciona bem? Não me venha com a Holanda, que não vai funcionar.

        Droga é um câncer da sociedade e um câncer só se trata com remédios amargos que causam efeitos colaterais.

        • Troque “cocaína” por “uisque” e coloque nos EUA dos anos 20. Os traficantes mandavam. O uisque foi legalizado. Os traficantes sumiram.

          Agora troque por “computadores” e coloque no Brasil dos anos 80. Os contrabandistas (poderiam ser chamados de traficantes) mandavam. Os PCs foram legalizados. Todo mundo passou a comprar HP, IBM, Dell, Compaq. Os traficantes de computador sumiram.

          Você insiste em dizer que “não dá para comparar”. Você já disse que vício em jogo é inofensivo e “não destrói famílias”. Você insiste em argumentar com base na certeza do que vai acontecer no futuro.

          Beleza, se você acha que “não tem o menor cabimento” é argumento, encerro por aqui.

          • Marcelo, A Lei seca dos EUA nos anos 20 do século passado não proibiu somente uísque, proibiu vinho, cerveja, qualquer bebida alcoólica. Eu bebo uísque, bebo vinho, bebo cerveja e não sou viciado. Olha que às vezes (algo raro) eu bebo até demais e fico grogue. Qualquer pessoa que consuma cocaína como eu consumo álcool é viciada, doente e não tem domínio sobre suas vontades.

            V. não me respondeu como que seria feita a produção, venda e consumo legalizado de drogas. Seria como a de uísque, cerveja e vinho? Sem identificação do viciado.

            Quem compra uísque, cerveja e vinho é consumidor, quem consome drogas regularmente é viciado, doente, se for preciso mata para sustentar seu vício.

            Comparar a venda de computadores nos anos 80, onde havia “reserva de mercado” com venda de drogas é forçar a barra. Realmente não dá.

            • João Francisco, as coisas são o que são, não o que acreditamos que sejam:
              Quem consome drogas regularmente pode ser viciado e pode não ser viciado.
              Há critérios médicos para o estabelecimento de dependência química.]
              Para efeitos de diagnóstico, a Classificação Internacional de Doenças (CID-10) propõe critérios que permitem diferenciar o abuso (uso nocivo) e a dependência.

          • Voltei. Marcelo, deixe de mentiras e falácias.

            Vou transcrever exatamente o que escrevi no comentário da coluna sobre o vereador do Novo:

            “Por falar em vícios; comida (açúcar, chocolate, carboidratos), sexo, internet, jogos; tudo isso também causa vício e são permitidos. Porém, à exceção dos jogos não destroem a família como as drogas.”

            Reparou no “à exceção dos jogos” Também reparou que eu falei que os outros (comida, sexo, internet) não destroem a família COMO as drogas.

            Vamos lá, vou desenhar: Jogos (cassino, bingo, cacheta, pôquer), quando jogados a dinheiro, e levados ao nível de vício; são IGUAIS a drogas para destruir a família. Sexo, internet, comida, mesmo a nível de vício não destroem a família COMO as drogas o fazem, pois são vícios que destroem somente a saúde do viciado. Afetam a família? Sim, mas não como drogas.

            Portanto quando disser que eu DISSE alguma coisa saiba interpretar o que eu realmente DISSE.

            Se foi um lapso seu, tá desculpado; se não foi, então foi um lapso de caráter e aí não tem como desculpar.

          • Dentro da sua lógica, contrabando de bebidas e cigarro do Paraguai não eram para existir, pois contrabando é um delito contra um mercado já estabelecido legalmente por gerar danos fiscais, bem diferente do tráfico cuja natureza do dano transcende a esfera fiscal atingindo muitos mais coisas.

            Além disso, quantos % o uísque foi taxado? Acho que você ignora a relação custo-benefício para se adquirir o bem em questão, e o poder viciante entre um uísque e uma carreira de pó.

            O vício em jogo não só destrói famílias, como é por isso que cassinos no Brasil são proibidos. Destrói, inclusive, de forma muito mais insidiosa do que álcool e cigarro (mexe com a bioquímica cerebral por trás do sistema de recompensa assim como drogas pesadas).

            Enfim, o sujeito que fala “Os traficantes de computador sumiram.” justifica bem o nome de sua coluna aqui no JBF. A pessoa que confunde contrabando com tráfico só faz isso porque acerca do tema só tem a dar pitacos mesmo.

        • João Francisco, procure saber mais.
          A maior parte das drogas é vendida para uso recreativo:
          A porcentagem de usuários de drogas que desenvolvem dependência após um período de dez anos de uso é de: 12 a 13% para o álcool, 15 a 16% para a cocaína e 8% para a maconha.

          • Goiano, não existe esta de uso de entorpecentes para “uso Recreativo”. Quem usa Drogas para se divertir está brincando com a morte, além de financiar o tráfico, a corrupção, as brigas de gangue, os assaltos, a dependência e as despesas do estado no combate a isso..

            Não sei a fonte desses estudos que apontam estes percentuais, porém desconfio da metodologia e da credibilidade.

            Drogas matam e atingem a camada da população mais vulnerável, que são os jovens e destroem suas famílias.

            • Inclusive, caro Francisco, o Boiano deveria saber que foi graças ao uso recreativo que estudos SÉRIOS feitos com LSD antes dos movimentos contracultura dos anos 1960 foram soterrados para nunca mais verem a luz do dia.

              Portanto, mesmo que ainda hoje se comprove que há alguma utilidade medicinal por trás do LSD, da maconha e de outras drogas, a dificuldade para dar aval legal sempre será barrado pelo enorme potencial de irresponsabilidade dessa galera do uso recreativo.

              Ou por acaso ignoram também a existência de pessoas que falsificam receitas médicas para adquirirem e se entupirem de barbitúricos? Ah, até parece que o mesmo não aconteceria com viciados em maconha e similares.

    • Ad\ônis, “essa quenga” tem uma importante história de vida e essa frase a ela atribuída provavelmente é falsa (a pessoa que tuítou copiou de inúmeros compartilhamentos nas redes sociais, mas onde está a fonte? A fonte! Se alguém tiver, que revele.
      Sobre “essa quenga”:
      Jurema Pinto Werneck é uma feminista negra, médica, autora e doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
      Ativista do movimento de mulheres negras brasileiro e dos direitos humanos, assumiu a Direção Executiva da Anistia Internacional Brasil em fevereiro de 2017.

      • Porra…!

        Danou-se! O critério de admissão dos puteiros está maior do que eu pensava!

        Uma quenga com currículo melhor do que o meu!

        Graças ao Deus-Mula que fez até as putas terem nível superior!

  1. É o que está na pesquisa fubânica. Não dá pra levar esses caras a sério. Eles não possuem cérebro. No lugar, só há merda, desinteria, lixo, podridão, que o lularápio defecou e colocou na cabeça dessa camarilha.

  2. Deu em O Globo: Qualquer tipo de leniência que beneficie corruptos beneficiará também o tráfico e o crime organizado. A prisão depois da condenação em segunda instância deveria valer para todo tipo de crime.

    Bandido bom é bandido…

    Insisto: O modelo vigente nas Filipinas cai bem ao gosto sanchiano…

    • Tocou no ponto nevrálgico: o crime organizado é forte porque é associado ao estado. Sem policiais, políticos e juízes corruptos, o crime organizado enfraquece, vira crime comum.

      Por isso que é inútil tratar crime organizado (tráfico) como se fosse crime comum (roubo, por exemplo).

      Enquanto isso eu continuo querendo saber por que quando um sujeito enche o rabo de cachaça não é problema de ninguém, mas quando um sujeito fica chapado de maconha o estado precisa tomar o MEU dinheiro para “resolver o problema”. Que problema?

        • Aos mais atentos, relevem a troca do “m” pelo “n”, o que não tira o calor do forno…

          Ah, a Cracolândia (mistura explisiva de traficantes e viciados em ruas da região central de São Paulo), aqui pertinho de mim, que algumas autoridades fingem não ver, está uma “beleza”

          • Ah, quanto aos pingaiadas (meu pai era alcoólatra), na maioria dos casos gera pouco prejuízo à sociedade.

            Mas, por óbvio, há os que causam prejuízos enormes à sociedade (por exemplo, pegar um carro estando bêbado e matar alguém. Pegar uma arma e matar alguém). A estes a técnica do forno não seria mau negócio.

            Vou pelo pensamento simples: quem tira a vida de alguém ou concorre para tal, não merece viver em sociedade.

            • Nobre sidekick do lendário Dom Quixote,

              de acordo com o nosso colunista anarco-capitalista, motoristas bêbados são corrosivos sociais são insidiosos quanto integrantes do PCC.

              Porém, como o Estado não monta mega-operações para deter quem reprova no bafômetro, devemos deixar os pobres integrantes do narcotráfico não só em paz, como também dar aos mesmos um status legal e profissional.

      • Crime organizado não é somente tráfico.

        Roubo a bancos, cargas e transporte de valores, espionagem industrial, contrabando, pirataria e falsificação de produtos, sonegação fiscal, extorsão mediante sequestro, lavagem de dinheiro, execuções e chacinas oriundas de guerras entre facções, tráfico humano, de animais e de órgãos, são algumas de uma vasta lista de delitos perpetrados pelo crime organizado.

        Mas porque o Estado deveria tomar de seu dinheiro para resolver tais problemas já que o crime organizado, como perpetrador de todos esses crimes, é associado ao próprio Estado, né?

  3. Quando alguém solta uma frase dessa , a pergunta seguinte é ” Qual é a sua estratégia ? ” .
    Quem acha que tem algo errado é porque tem a solução do problema e cabe a Jurema apresentar a solução .

    • Airton, não é verdade que quem acha que tem algo errado é porque tem a solução do problema.
      Essa afirmação tua parece uma boa falácia sofismática inconsequente e peripatética.
      Por tal raciocínio, tu mesmo não achas que exista alguma coisa errada nesse mundo de Meu Deus! Pois se achasses terias todas as solucionáticas.

      • Eu acho que você está errado , mas isso não o fará mudar .
        Se afirmo ( procurei a frase postada e não encontrei ) que tem que ser criada que tem ser uma estratégia é porque ela acha possível ser a criada a tal ação , se não , seria mais uma retórica inconsequente . Se ela acha que é possível é porque pensou nela .

        Se a pessoa não tem a solução , o que ela encontrou de errado ?Ela não deveria ver aquele problema de uma forma diferente ou seja , algo que na visão dela não seria o errado ?

  4. Já disse um destes filósofos combatentes do crime organizado, bandido que atira pra matar, tem que levar tiro pra morrer. Fim! Simples assim!

    • O que leva a outra frase desses mesmos filósofos: “se uma mãe tem que chorar, que seja a do bandido.”

      Bandido bom é bandido…

  5. Um dos grandes problemas de estancar um tipo de crime é que os bandidos não param, eles vão para outras áreas. Os traficantes, sem o que traficar, vão assaltar bancos, sequestrar, roubar (aliás, eles já fazem isso também, apenas deverão fazer em escala maior).
    Mas, a liberação não visa somente a conter esse tipo de criminalidade, há outras questões na pauta e uma delas é que a proibição do uso não tem resolvido o problema do uso, isto é, os usuários continuam usando e quanto mais se combate o tráfico mais caras as drogas ficam e mais impuras, sendo que o tráfico envolve mesmo outros crimes que matam e corrompem, além de cooptar a juventude para a distribuição).
    É assunto bastante complexo, merece muito estudo, análise, estatísticas, pesquisa, ciência envolvida.
    Estranho que haja setores conservadores favoráveis à liberação.

  6. Atendendo ao Goiano

    Jurema Werneck: O Estado não pode se desculpar por mortes que “possam acontecer”
    O Dia
    4-6 minutos

    Rio – Gabriel Pereira Alves, Lucas Monteiro dos Santos Costa, Tiago Freitas, Dyogo Costa Xavier de Brito, Henrico de Jesus Viegas de Menezes Júnior, Margareth Teixeira. Entre 7h do dia 9 de agosto, e 19h30 da última terça, dia 13, esses jovens, todos entre 16 e 21 anos, foram mortos em decorrência de ação policial. Eram pretos ou pardos e moravam em áreas periféricas da Região Metropolitana do Rio. Eles se juntam ao menino Maicon, morto aos 2 anos de idade em Acari em 1996, a Jonathan, morto em 2014, à Maria Eduarda, morta em 2017, e a tantos e tantas, jovens, pretos ou pardos, também moradores de favelas ou em bairros da periferia.

    Em menos de uma semana, são seis sonhos interrompidos, seis caminhos atravessados, seis famílias violentadas e comunidades impactadas por uma política de segurança pública ineficiente e que, há décadas, deixa um rastro de mortes no Brasil, especialmente nas regiões mais pobres e desassistidas das grandes cidades.

    O número de mortes por intervenção de agentes do Estado, ou seja, por policiais civis, militares ou agentes penitenciários em serviço, só nos quatro primeiros meses de 2019, chegou a 558, segundo o Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro (ISP). O número é maior do que no mesmo período dos últimos cinco mandatos anteriores. E quando vai parar?

    Diante deste cenário, causa espanto (pra dizer o mínimo) ouvir uma autoridade governamental em entrevista na TV pedir desculpas por mortes que ainda promoverá e avalie como positivas operações policiais que resultem em óbitos. Trata-se da subversão escancarada do valor da vida do cidadão. Era obrigação do Estado proteger as vidas de Gabriel, Lucas, Dyogo, Tiago, Henrico e Margareth; é sua responsabilidade proteger as vidas de todos e de todas.

    É também responsabilidade do Estado evitar a presença de tantas armas ilegais entre nós, colocando em risco a vida da população e dos próprios policiais. Para isso, deve obedecer às regras estabelecidas nas leis e protocolos nacionais e internacionais de respeito aos direitos das pessoas de ir e vir, de morar e viver com segurança e dignidade – estes são direitos humanos!

    Luto e indignação ressaltam nesse momento. Junto à família e amigos das vítimas, somam-se os sentimentos de revolta e a necessidade de resistência. Um cenário de mortes decorrentes de ações policiais não é inédito e vem se repetindo há décadas.

    Questionamos: qual é a eficácia dessa política de segurança pública promovida pelo Estado? Que medidas estão sendo tomadas para preservar a vida e a segurança das pessoas, especialmente a dos jovens negros de periferia, principais vítimas de homicídio o país? Em nossa perspectiva, uma política de segurança pública eficaz e justa deve ser inteligente, integrada, planejada e ter a vida de todos e todas como valor máximo. As autoridades não podem tolerar que mortes aconteçam como resultado de sua incapacidade de prevenir crimes e de proteger a vida das pessoas. É preciso aprender com seus erros e com as boas práticas já testadas em outras cidades e em outros países que provam que é possível enfrentar o crime sem violar direitos humanos.

    Exigimos investigações céleres, exaustivas, independentes e imparciais sobre todo incidente de uso da força policial que resulte em lesão ou morte para assegurar que os responsáveis sejam levados à justiça em julgamentos justos. O direito à vida é o primeiro direito humano listado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. E direitos não são negociáveis.

    Jurema Werneck é diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil

    Ela tem a solução ????w

  7. AIRTON, CONTINUO ESPERANDO A INDICAÇÃO DA FONTE DE ONDE FOI TIRADO QUE A JUREMA WERNECK DISSE AS PALAVRAS CONTIDAS NA POSTAGEM!!!!!!!
    O texto que você enviou não tem o que eu perguntei!
    Aliás, as palavras dela nesse que você me enviou não me parece que contenham alguma coisa sem nexo.
    Continuo esperando que alguém traga a indicação da publicação que mostra que Jurema Werneck disse exatamente que “se os traficantes atiram, tem que criar uma estratégia que evite que eles atirem”.
    É bom saber, para ter certeza de que essa postagem do Twitter não é mais uma desonestidade dos inimigos do povo (a direita essa, que usa a mentira como estratégia).

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