8 pensou em “ESBANJA CHOROU TRÊS VEZES

  1. É curioso — para não dizer nauseante — assistir ao espetáculo da virtude encenada. Na frente das câmeras, bandeiras levantadas, discursos inflamados, lágrimas calculadas e a defesa feroz de penas severas contra agressores de mulheres. Um show impecável.
    Mas basta a luz apagar e o sobrenome do agressor mudar para o “da casa” que tudo se dissolve: a fúria vira silêncio, a coragem vira conveniência, a justiça vira jeitinho.
    O rigor? Só vale para os anônimos.
    A lei? Só é dura para quem não desfila no mesmo círculo.
    É sempre assim: moral altíssima no microfone, mas rasteira quando o problema dorme no quarto ao lado.
    Defendem a punição exemplar — desde que o exemplar não seja da família.
    O discurso é nobre; a prática, vergonhosa.
    E no fim, o que sobra é isso: um feminismo de palco, uma ética descartável e uma hipocrisia que fede antes mesmo de abrir a boca. Diante das câmeras, encarnam justiceiros. Fora das câmeras, viram contorcionistas morais: dobram princípios, distorcem indignações, torcem a lei até ela virar uma massinha de modelar conveniente.
    E quando o escândalo chega perto demais?
    Ah, aí é lindo: a mesma turma que vociferava por punições exemplares vira súbita especialista em “contexto”, “nuance”, “esperar as investigações”, “vamos com calma”.
    A mão que antes tremia de indignação vira uma luva de seda.

    É sempre a mesma coreografia patética:
    Justiça para os outros, complacência para os seus.
    Rigor para o povo, red carpet para a parentada.
    Fúria seletiva, ética em horário comercial.
    Eles querem parecer gigantes morais, mas tropeçam na própria sombra.
    Querem posar de defensores das mulheres, mas só enquanto isso rende curtidas, votos ou manchetes simpáticas.
    Quando o problema surge dentro de casa, o discurso evapora como perfume barato.
    E o mais irônico?
    Ainda esperam aplausos.
    No fundo, é simples:
    Não é defesa das mulheres: é marketing; Não é justiça: é encenação; Não é caráter: É roteiro.
    E o cheiro?
    O cheiro é de hipocrisia velha, daquelas que nem quem produz aguenta mais inalar.

    • Pelo visto, nosso amigo enseplantando ficou admirado com sua capacidade de ‘perder tempo ” ilustrando com um texto super coerente, uma relés montagem sobre a hipocrisia do casal Janjo.
      Fiquei lisonjeado com seu interesse e empenho, que além de explicar , valorizou a piada..
      E muita cortesia.
      É assim que se promovem os pequenos produtos. Com grandes propagandas e uma boa bula.
      Obrigado mestre.

    • em se plantando tudo, com força, Janja dá até o talo.. Aí a pajaraca cospe e ela engasga.
      E lá vamos nós perdendo tempo com essa puta.
      Sabe porque fazemos isso? Porque não podemos socar essa gente.
      Nos resta xingar. Por enquanto.
      Um dia não vamos perder mais tempo. Só passar raiva, calados.

    • Engasga mesmo, essa vadia. É o talento dela.. isso deve virar pelo avesso, na alcova do Macron.
      E ela tá certa. É a primeira dama desse puteiro governado por um corno..
      Que engasguei. Chore. Gaste.
      E que um dia pague bem caro.

  2. Engasga mesmo, essa vadia. É o talento dela.. isso deve virar pelo avesso, na alcova do Macron.
    E ela tá certa. É a primeira dama desse puteiro governado por um corno..
    Que engasguei. Chore. Gaste.
    E que um dia pague bem caro.

  3. Será que uma das vezes ela chorou pela esposa do machão, filho de cachaceiro, que espancou a mulher? Eles fiucam com essa hipocrisia e o filho do cachaceiro metendo a porrada na mulher, o cachaceiro demente dizendo que pode bater na mulher longe de casa e ser for corintiano pode bater à vonrtade. Vão todos chupar uma rola e parar de palhaçada. Primeiro olha para a família desestruturada que eles têm. Pai cachaceiro, filho que mete a porrada em mulher, nora corrupta, filhos corruptos, mulher chamada de p… pelo enteado. Puta que pariu.

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