A bisneta americana Allie e o bisavô, este colunista
De repente – a gente nem sente – mas a “bisnetada” vem chegando com força para fazer História por aqui. Notadamente aqueles que residem muito longe do Brasil.
Nós nem notamos que envelhecemos, mas os 11 bisnetos o denunciam.
Recebemos esta semana a bisnetinha Allie, nascida e vivida lá pra banda dos States, que aqui veio passar as férias colegiais, de dois meses.
Sua opção teve como finalidade conhecer melhor a terra dos seus antecedentes colaterais por parte da mãe, Maia Eduarda, e um pouco do idioma, modos e lugares de onde ela descende.
Não poderia eu pensar que aquela pequenina criança que vi há alguns anos, agora chegou com ares de moça feita, jovem comedida, estudante, educada e encantadora.
Para nossos diálogos, algumas dificuldades foram contornadas pela neta Carolina, porém, na ânsia de promover nossa cultura, os provérbios, hábitos e lugares foram conversados com certa dificuldade.
Mas, em suma, tudo resolvido com frases mais detalhadas e boas risadas.
Afinal, ouvir falar, comentar e conhecer as pessoas, é comparar e avaliar semelhanças e diferenças entre os modos de viver dos povos das duas nações americanas. Só que estamos na América do Sul e ela representa a América do Norte.
Mas, no todo, valeu viver um encontro de gerações!

Parabéns. Belo encontro.
Tenho a honra, e grande orgulho, de ser amigo e vizinho deste incrível escritor, que mesmo beirando os 90 anos de idade possui uma capacidade física e mental que muitos jovens com 1/3 da idade dele não aguenta.
Parabéns pelo encontro com os familiares, que apesar de morar em outros países fazem questão de estar com a presença deste ilustre bisavô.