A derrubada do veto de Lula (PT) à desoneração da folha salvou ao menos 600 mil empregos.
Era a estimativa de fechamento de postos de trabalho, com a lógica raivosa do governo contra o setor privado, que emprega 91% dos brasileiros.
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) acusou a lei de “inconstitucional”, desdenhando das comissões de Constituição e Justiça do Senado e da Câmara e dos votos de 430 parlamentares.
Como “economista”, Haddad se revelou mau jurista.
Para se manter obediente ao PT, a maioria dos atrasados sindicalistas brasileiros fechou os olhos à ameaça da perda de 600 mil empregos.
O drama foi descrito por Fernando Pimentel, diretor da Abit, a associação do setor: a previsão era que 30 mil seriam demitidos na indústria têxtil.
A medida, que agora será promulgada pelo Congresso sem voltar a Lula, beneficia os 17 setores da economia que mais empregam trabalhadores.
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Um número impressionante: foram salvos ao menos 600 mil empregos.
E isto dito, tá dito tudo.
Excelente notícia.
O Ladrão Desconenado ficou puto.
Infelizmente ainda não terminou, pois com certeza o assunto irá para o STF e, lá sabe-se o que será decidido, visto sentenças anteriores… hoje, a Constituição não vale mais nada, ao sabor do “entendimento” de cada ministro e, o interesse do grupo que representa. inté!
Realmente, o governo irá recorrer ao STF nas duas matérias que perdeu ontem; esta da desoneração e a do marco temporal. Perdeu ambas por uma maioria mais que qualificada de votos.
Quer saber? Eu gostaria que o STF mantivesse os vetos do Gabiru do Mal para ver se o Congresso reage ou fecha de vez a bagaça.
Vai ser uma batalha interessante; ver meia dúzia de ministros (maioria simples) do STF derrubarem uma votação do Congresso feita com ampla maioria.