Todas as vezes que eu janto,
Em casa do Nascimento,
É pesado e sonolento
Que da mesa me levanto…
E só me queixo do “tinto”
Que ele me serve tão pronto
Para regar o presunto,
Pois, se o bebo, logo sinto
Ir-me à cabeça, e, de tonto,
Não sei mais do meu bestunto…

Padre Antônio Tomás de Sales, Acaraú-CE (1868-1941)