Especialistas são unânimes ao avaliarem como “errada”, “insuficiente” e até “lamentável” a proposta do ministro Fernando Haddad (Fazenda) de aumentar impostos para salvar o caixa do governo Lula (PT), exímio gastador.
“A solução do IOF já era ruim para cobrir buraco de 20 bilhões. E a nova proposta é ainda pior”, avalia o economista Igor Lucena.
O superávit não é mais crível “nem para os órgãos internacionais, nem para quem faz contas de verdade”, afirma.
Lucena diz que Haddad recorre ao fácil discurso da justiça social para taxar CRI, CRA e as LCIs e foge da solução técnica: cortar despesas.
Admirado mestre em governança corporativa, Marcello Marin avalia a proposta como esforço de curto prazo e cobra medidas mais estruturais.
O economista André Galhardo endossa a crítica dos colegas. Chama o aumento do IOF de “inoportuno” e diz que não resolve o problema.
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A expressão “exímido gastador”, contida no primeiro parágrafo nessa nota aí de cima, se referindo ao governo do descondenado, resume tudo.
Pode-se também usar, com muito cabimento, a expressão esbanjanjador.
A Primeira Cuidadora é fonte de inspiração para esta administração surreal que arrasa o país.
Ontem, na Câmara dos Deputados, o deputado Marcel van Hattem perguntou pra Fernando Taxadd:
“O senhor chegou a sugerir para a esposa do Lula que gaste menos?”.