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“Viveiro de Adélios”.
Expressão feladaputisticamente bem (a)cunhada que reflete o hospício que se tornou a grande imprensa brasileira.
Nem Nietzsche conseguiria ser tão sucinto, sintético e aforismático para definir essa versão da terra de Cabral do que ele definira como “mundo-manicômio”.
Banânia se tornou inspiração artística mórbida.
Augusto dos Anjos cagaria um livro por dia diante de tanta inspiração.
Caríssimo Hell
E o que dizer das múltiplas personas existentes na cabeça de Pessoa? O que diria cada um sobre este Brasil que hoje vivemos?
Como Fernando ainda não se manifestou, recorro a uma parlamentar: – Não desejar a morte dos outros é o que nos diferencia dos monstros, diz Joyce Hasselmann condenando a campanha pela morte do presidente.
Nobre sidekick do lendário Dom Quixote,
não conheço as múltiplas personas de Pessoa, mas sei que todas elas unanimemente concordariam com meu veredicto.
Belíssima citação. Stalin matou 40 milhões de ucranianos DE FOME.