CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

Para o mestre Xico Bizerra

Dominguinhos, Guadalupe e Liv Moraes, filha do casal

A coluna de hoje seria focada no segundo capítulo que compõe a urdidura do romance o Cabaré de Maria Bago Mole, período que acompanha a chegada da empresa britânica Gretoeste: Great Western of Brazil ao Estado de Pernambuco para construir a ferrovia que iria ligar o Recife ao município de Limoeiro, com passagem estratégica por Carpina, época de efervescência no Cabaré de Maria Bago Mole.

Deixei de publicar a crônica para prestar uma homenagem a Seu Antonio e Dona Maria Alves, meus queridos pais, que juntos viveram mais de quarenta anos de “vidas bem vividas” e nos deixaram um legado digno de registro: a honestidade, a honradez, o respeito ao próximo, a solidariedade e o gosto pelo forró dos geniais Luiz Gonzaga e Dominguinhos, que recebeu uma justíssima homenagem recentemente da viúva, Guadalupe, pelos seus oitenta e um anos de histórias nos bailes da vida.

13 pensou em “DOMINGUINHOS – A HOMENAGEM DE GUADALUPE

  1. É muito cara de pau essa mulher. Pensa que nós outros não sabemos o que ela fez de ruim a Dominguinhos. Quantas puladas de cerca, hein dona Guadalupe? Ou Sandro Haick foi apenas um ponto fora da curva, já que agora você se apresenta como VIÚVA? E o Amado, aquele baixinho ridículo? Geraldo Freire sabe bem quem é você. João Magalhães Neto, guitarrista que tocou com Dominguinhos, também. Você é tão verdadeira como uma nota de R$ 3,00. Ah, era pura, ingênua… mudou pra caramba, viu, minha senhora?

    • Obrigado José Trajano Chacon pelo comentário.

      Os esclarecimentos trazidos aqui são enriquecedores, principalmente quando envolve um gênio. Um gênio que tinha a simplicidade de um anjo.

      Simples no falar e lidar com as pessoas; e gênio musical.

      O debate civilizado fez da Grécia o berço da civilização.

      • Prezado Cícero, li mal ou você me chamou de incivilizado em sua resposta?

        Se fez isso, procedeu erroneamente.

        Dominguinhos era um gênio, mas quem você pôs para homenageá-lo? Sua viúva? Não, Cícero, uma traidora. Ele não merecia esse tipo de viúva. Sem pretender pautá-lo, melhor que tivesse colocado Anastácia para falar do seu antigo companheiro e parceiro musical. Essa sim é uma mulher de vergonha.

        Isso não tem nada a ver com falta de civilização, viu?

        Trata-se apenas de não nadar na correnteza da hipocrisia.

        • Prezadíssimo José Trajano Chacon,

          Longe de mim essas malquerenças.

          Se o nobre comentarista se der ao trabalho de ler todos os meus comentários que já publiquei aqui no JBF, seja agradecendo os comentários dos amigos às coisinhas que escrevo e publicados aqui, seja elogiando os artigos ou crônicas dos colegas, vai perceber que nunca tive a intenção de ferir, magoar, zombar, criticar escritos de ninguém, ao contrário, sempre fui cortês com todo mundo. Para mim essa é a nossa missão aqui na terra: ninguém é melhor do que ninguém.

          Por que não escrevi sobre Anastácia ou outras parcerias do genial Dominguinhos, que tive o prazer de abraçá-lo por mais de duas vezes? Porque eu encontrei o vídeo de Guadalupe no YouTube e, como ela se referia ao companheiro, homenageando-o, eu o comentei para dar mais visibilidade e nunca para dar publicidade os guichês de alcova.

          Naquele comentário Dominguinhos é o centro das atenções.

          Forte abraço, amigo.

          Atente para isso, amigo: nunca espere de mim atitudes tacanhas!

  2. Cicero
    É sempre bom lembrar de Dominguinhos. Mas vale lembrar também, pra não confundir, que Garanhuns teve dois dominguinhos: o mais velho, o famoso, era “de Morais” e o mais novo, nada famoso, é “de Brito” rsrsrsrsrsrrsrsr

    • DEBrito é um biógrafo que está revolucionando a literatura por meio das minibiografias não autorizada, mas sérias.

      Não existe personalidade importante das artes e da ciência que antes vivia no ostracismo, que não esteja sendo ressuscitada por ele aqui no JBF.

      Garanhuns tem culpa nisso! Rsrsrsrsrsrsrs.

    • José Domingos de Lins,

      O nobre comentarista é famoso, sim! O “Lins” é nobre.

      Vou lhe dar o exemplo amado mestre, meu pai: em qualquer lugar onde chegava dentro da feira livre de Carpina aos sábados, todos os amigos lhe tiravam o chapéu pela dignidade.

      Um homem mede-se pelo caráter. E o nobre comentarista é um!

      Obrigado pelo comentário.

  3. Apareceram tantos “dominguinhos” na área de comentários e todos eles uns cabras malassombrados (nas sempre precisas palavras bertianas), e me deixaram tão concentrado no texto cicerino me conduzindo ao susto com a tal empresa britânica, pois ao ler, troquei Gretoeste: Great Western of Brazil ao Estado de Pernambuco por GRELOeste… kkkkkkkkkkkk

  4. Meu estimado San Cho Loco, o homem dos cocos de Lesbão.

    Leu a poesia no seu último artigo?

    Sua presença aqui e seu comentário são de uma alegria imensa, um bálsamo a quem os recebem pela inteligência contida nele.

    Os loucos é que sabem dizer as coisas com precisão.

    O mestre é um!

    Fraternais saudações.

  5. Homenagear um ícone da MPB do porte de Dominguinhos é sempre bem vindo em qualquer lugar..

    Merece ser homenageado, pois seu talento ultrapassou fronteiras e levou o ritmo nordestino a ser mais tocado e apreciado por este mundo afora.
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