1. O João convidou sua genitora para jantar em sua casa. Durante os comes-e-bebes, ela percebeu o quanto era atraente a empregada, com umas coxas de arrepiar qualquer velho já esquecido das suas funções reprodutórias. Após a refeição, sentindo um “clima” entre o filho e a jovem ajudante, de seios firmes e volumosos, riso sempre sedutor, lábios filé mignon, a mãe, de leve, deu um primeiro toque.
– Eu sei que você estava observando desde a sua chegada, mãe, asseverou o filho. Mas lhe asseguro que o meu relacionamento com a Nina é puramente profissional, nada mais existindo além disso.
Uma semana depois, a empregada disse para o João:
– Desde que sua mãe veio para jantar, a concha de sopa de prata sumiu. Você não acha que ela levou?
– Bem, eu duvido, mas assim mesmo vou escrever uma carta para ela, só por desencargo de consciência. Sentando-se na mesinha do seu quarto, escreveu: “Querida mamãe, eu não estou querendo dizer que você ‘pegou’ a concha de sopa da minha casa, e não estou querendo dizer que você ‘não pegou’ a concha de sopa. Mas o fato é que ela sumiu desde o dia que você esteve aqui para o jantar.”
Alguns dias depois, o João recebeu uma carta de sua mãe, vazada nos seguintes termos: “Querido filho, eu não estou querendo dizer que você ‘dorme’ com a sua empregada, e não estou querendo dizer que você ‘não dorme’ com a sua empregada. Mas o fato é que se ela estivesse dormindo na própria cama, ela já teria achado a concha de sopa que lá deixei, embaixo do lençol da cama dela. Com amor, sua mãe.”
2. Um advogado e uma loira sensacional estão sentados juntos num voo de longa distância. O advogado se vira para a loira e pergunta se ela não gostaria de fazer um jogo. A loira agradece, mas diz que quer dar uma cochilada. O advogado insiste e diz que é um jogo muito simples: cada um faz uma pergunta ao outro e se o outro souber a resposta, o ganhador recebe R$ 100 do indagador. Se não souber, tem que pagar o mesmo tanto. A loira recusa mais uma vez e vira-se para dormir.
Continuando a insistir, o advogado diz que dará uma chance a mais para a loira: se ela errar, pagará R$ 10, mas se ele errar pagará R$ 100. A loira resolve aceitar o desafio, já que percebeu que essa é a única maneira de acabar com tamanha chateação.
O advogado faz a primeira pergunta:
– Qual é a distância da Terra à Lua?
A loira não diz uma palavra, abre a bolsa e dá uma nota de R$ 10 para o advogado.
Na sua vez, ela pergunta:
– O que é que sobe o morro com três pernas e desce com quatro?
O advogado olha para ela espantado. Pensa uns bons minutos, acionando seu notebook com ansiedade ímpar. Frustrado, uma hora depois ele acorda a loira e lhe dá uma nota de R$ 100. Ela toma a nota sem dizer uma palavra, coloca-a numa carteira vistosa e volta a dormir. O advogado não se contém e pergunta:
– Mas, afinal, qual é a resposta?
Sem uma palavra, a loira pega de novo a carteira, tira uma nota de R$10 e entrega-a para o advogado, voltando ao seu sono.
Os causos acima aconteceram de mesmo, o primeiro há dez meses, na cidade do Mestre Vitalino, Caruaru, e o outro, mais recentemente, durante um voo Lisboa-Recife, na primeira classe. Mostram a argúcia feminina, diante de dois aparlemados de paletó e gravata, que se imaginavam donos do pedaço, nunca deixando de ruminar e relinchar..
3. Num tribunal africano, juiz para o réu:
– O senhor é um homem livre, pode voltar para sua mulher.
– Obrigado, sr. Juiz. Para qual delas?
Eu li a coluna para a minha mulher.
Risos.
Cuidado com a astúcia feminina. É prudente mostrar também aquelas piadas machistas que aparecem de vez em quando. Só pra equilibrar e demonstrar cumplicidade imparcial com elas.
O empoderamento feminino é uma realidade. Nós é que enfraquecemos nossa capacidade intuitiva.