DEU NO JORNAL

Leandro Ruschel

Veja quais são:

1) Reforçar a FALSA ideia de terra arrasada, com objetivo de vilificar a direita e justificar o desastre certo das políticas econômicas que serão implementadas.

2) Tais políticas envolvem a crença fundamental no papel do Estado como indutor do crescimento econômico e regulador de todas as atividades humanas.

É curioso para um grupo que diz combater o “fascismo” acreditar em “tudo no Estado, nada fora do Estado”.

3) Censura e perseguição aos opositores. Não se engane com o falso discurso de “união”. Ele foi seguido pela defesa da punição aos “crimes” cometidos pelo governo anterior e seus apoiadores. No dia seguinte à posse, o PSOL, aparelho do PT, pediu prisão de Bolsonaro.

O novo ministro da Justiça deu dezenas de entrevistas, antes e depois da posse para tratar todos os manifestantes da oposição como “criminosos e terroristas”. Até mesmo uma nova Procuradoria foi criada, sob comando do “Bessias”, à frente da AGU, para perseguir opositores.

4) A Guerra Cultural será travada nas bases do socialismo globalista, ancorado nas políticas de identidade. Não existem indivíduos, mas grupos oprimidos (mulheres, negros, gays, trans, etc…), e opressores (homens brancos ricos heterossexuais).

A opressão produziria as desigualdades, que devem ser resolvidas através da ação do estado, seja por politicos de redistribuição de renda, seja pela imposição do preconceito “reparador’ como política pública. É o caminho da dominação pela criação de conflitos sociais.

5) Outra base do socialismo globalista é o radicalismo ambiental. O mundo estaria à beira da destruição. Logo, é preciso dar poder máximo a órgãos multilaterais que estão acima dos próprios estados para combater a emergência climática.

Lula deixou muito claro que encampará a tese, o que significa energia muito mais cara, e menor crescimento econômico, como podemos observar especialmente na Europa. Pobreza e escravidão sempre foram as bases do controle socialista, e hoje não poderia ser diferente.

6) Governo por decreto: sabendo que conta com total apoio do Supremo, o descondenado passa a adotar a estratégia de decretos para mudar leis, como ficou claro no INCONSTITUCIONAL decreto que limita o acesso às armas.

7) Imprensa alinhada: a postura da militância de redação, de cabo eleitoral do ex-presidiário, foi mantida na posse, deixando claro a postura subserviente em relação ao governo.

Não existe mais imprensa no Brasil, é apenas um órgão de propaganda do establishment.

Resumindo, conforme prevíamos, caminhamos a passos largos para a consolidação de um regime totalitário, unindo uma visão econômica que NUNCA produziu prosperidade para o povo, com o autoritarismo político típico dos socialistas radicais.

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