20 pensou em “DILEMA CRUEL

  1. E agora governador? Os brasileiros estão PHODDIDDOS e mal pagos, mas a situação dos norte-americanos não está nada suave: mais de 22milhões de norte-americanos perderam seus empregos nas últimas 4 semanas. Se a maior potência do planeta anda sofrendo, imagine como está a turma do lado de baixo do equador. Ô sofrência!!!!!

  2. Governador, tenha cuidado, esperteza demais é Covid-19 no rabo.

    O Sr.º está no dilema: se correr o bicho enraba; se ficar, o bico enraba!

    E agora?

  3. Em uma entrevista concedida ao Financial Times, o presidente francés, Manel Micron, disse que na China passaram coisas nesta crise do coronavirus “que desconhecemos”. Disse que não há como comparar países onde a informação flui livremente, onde os cidadãos podem criticar livremente seus governos e aqueles onde a verdade foi SUPRIMIDA. “Dadas estas diferenças, as decisões tomadas e o que a China é hoje, ao qual respeito, não sejamos tão ingênuos achando que na China esta crise foi melhor manejada, assegura. “Não sabemos. Claramente, sucederam coisas que deconhecemos “.

    • Um político, e logo o Macron, falando que nos outros países acontecem coisas que não são conhecidas…

      É a materialização daquela velha expressão “o sujo falando do mal-lavado”.

      • Ele, na entrevista, dá ênfase em ser a China um país onde a verdade foi suprimida, algo tão comum nas tais cortinas de ferro. Como crer em dados que venham da Chia, Rússia, cuba, venezuela, nicarágua, Coréia do Norte e outras “maravilhas” comunistas.

        • Besteira!
          Nós já estamos na mesma situação. Alguém minimamente ilustrado acredita no que diz a Globo ou a Folha? E as “estatísticas” fabricadas pelos ditadorzinhos nos governos estaduais?
          Nossa salvação está nas redes sociais, agora tão combatidas, sob a alegação de que fomenta “Fake News”.

  4. Creio que tanto o manel micron, como os demais governantes estão sentindo o peso da crise econômica que seus ministros da economia esfregam em suas caras todos os dias. Senão, vejamos: o coronavirus destruiu em 4 semanas tantos empregos como os EEUU criou em 10 anos. Esse são os assustadores dados oficiais sobre o pedido de auxílio desemprego publicado pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos da América. Nas últimas 4 semanas ocorreram 22 milhões de petições de seguro desemprego na maior potência mundial, fazendo ruir para tais famílias o American Dream, pois entre 2010 e 3020 foram criados exatamente 22 milhões de empregos, o que deixou os Estados Unidos com uma uma taxa de desemprego inferior a 5% da população. É por essas e outras que o governo Bolsonaro insiste na volta gradual das atividades que geram empregos. Não há como dissociar os cuidados com o coronavírus da manutenção da atividade econômica.
    Morre-se de coronavírus, mas morrerá muito mais gente de fome, de violência gerada pelo desemprego em massa, de suicídio (pessoas desesperadas se matam), de depressão gerada pelo caos econômico e social vindouro.

  5. Garrafa com água da CEDAE
    Informo aos amigos que estou vendendo garrafas com agua da CEDAE por que ela é o melhor remedio que existe para o Covid19. Em menos de 24 horas o Governador Witzel teve alta do Hospital. Se não vai comprar não atrapalhe o negócio . . . K K K K

  6. Agora deu! Fala gunvenadô; cumequié? Tomou a cloroquina ou fcou só na gripezinha?

    acho que o gunvernadô tá numa sinuca de bico.

    KKKKKKKK

  7. A Cloroquina e sua substituta, a Hidroxicloroquina, não têm e nunca tiveram indicação para tratar gripe nenhuma, muito menos a atual. O engano, considerar a Cloroquina como arma no combate ao covid-19, originou-se de enganosa interpretação: que o Quinino, obtido da casca da Chinchona, ao pé dos Andes e região Amazônica, teria dado bons resultados contra a gripe Espanhola no início do século passado, o XX, quando nem se conheciam os vírus, e os microscópios eletrônicos demorariam para aparecer e alcançar o mercado.
    Quando o surto da Espanhola – conta-se, surgida no Kansas, EUA, está escrito e não tenho nada a ver com isto -, grassava na Europa pós-guerra 1914/1918 e, à época, na falta de medicação e a imprensa e a boca do povo e, sei lá quem mais, recomendarem a Emulsão de Scott, o xarope Bromil, colutórios etc. e tal, está nos jornais de então -, alguém resolveu usar o Quinino contra o “micróbio” da Espanhola porque ela curava os atacados pela Malária. Daí, se o Quinino acabava com o febrão da Malária, poderia funcionar contra a gripe Espanhola. Apesar da fundada esperança, necas de pitibiriba. É! Não deu. Assim, diz a história, morreram por volta de 30 milhões de pessoas no mundo. Gente pra dedéu!
    Agora, nos dias de hoje, com um novo vírus atacando a França, Oropa e Bahia, quem leu as notícias furadas de que o quinino teria dado bom resultado contra o vírus da Espanhola, repito, sem qualquer embasamento científico, propôs o uso do substituto do quinino, a Cloroquina, no atual surto de gripe. Claro que o Quinino, no século passado e nos dias de hoje não serviu nem servirá para o caso.
    No surto do início do XX, a chamada Espanhola – dizem as crônicas – matou 30 milhões. E na atual, o vírus asiático pode chegar lá! Afinal, está com uma fome dos diabos e vai ceifando sem dó e piedade, já passando dos 100 mil. Quem duvidar, pode dar uma olhada nos jornais de 1918 e 1919, e nos eletrônicos dos dias de hoje etc. E até aproveitar para tomar conhecimento das outras medidas recomendadas há mais de 100 anos: manter os velhos (gente com mais de quarentanos)
    distantes e protegidos, não visitar os amigos com o defluxo brabo e não sair de casa para bater perna à toa. No mais, recomendava-se chá quente, abafamento e aspirina, e esperar que a indesejada das gentes não os encontrassem.

    • Zeca,
      Apesar da tua erudição histórica e verborragia, tás falando merda a granel!

      Tem estudos sim, e muitos, afirmando o efeito decisivo da cloroquina no combate ao vírus.

      Tu tá querendo o que? Aparecer? Tocar o terror?

      Vai dar um taquinho de bunda que essa aflicêta passa, menina.

  8. Não agredi nem nomeei ninguém. Sempre admirei os comentários do Adônis e não sou parente nem aderente das ideias do Goiano. Assim, só posso lamentar a grosseria de vocês. E no caso de pegarem a gripe, fodam-se.

    • Caro Zeca,

      Desculpa a grosseria!

      É que nós já estamos tão emputecidos com os comentários terroristas e as manipulações maquiavélicas de um bando de traidores abjetos de nosso país que, o simples fato de teres levantado dúvidas obre um tratamento que está se mostrando milagroso em todo o mundo, e que destrói pela raiz o terrorismo dessa cambada de filhos da puta, já fez com que fôssemos para cima de ti babando a camisa e com quatro pedras na mão .

      A pergunta que fica é: É para a gente ir se fuder…Com ou sem cloroquina???

  9. Caro Zeca,

    O senhor está adotando a mesmíssima estratégia dos terroristas do PT: Faz uma longa explanação, cheia de citações históricas e erudição de Wikipedia para, logo depois, vir com uma ideia de jerico.

    No caso dele, foi dizer que NÃO EXISTEM ESTUDOS SOBRE O USO DA CLOROQUINA CONTRA O COVID 19.

    Existem sim! E muitos. E de gente de primeiríssimo time e publicadas em revistas científicas respeitadíssimas. Se o senhor não leu, aí é outra estória e problema seu. Só não venha com essa conversa sonsa para dar apoio às “Narrativas” terroristas, especialmente se travestindo de cordeiro.

    Vou encerrar por aqui pra não alongar mais a polêmica.

    • Caro Adônis.
      Não sou petista ou de qualquer outro agremiação política. Não misturo o uso de qualquer conhecimento ou ideia com sectarismo de qualquer espécie, principalmente político ou religioso (dois segmentos que não suporto).
      Admito que existem pesquisas com a Cloroquina, em andamento, porém nada animadoras, assim como com centenas ou milhares de outras drogas, buscadas ao acaso. Apenas achei interessante que passados 100 anos, o quinino, dos incas, tenha evoluído para um seu derivado industrial, a cloroquina. Nem sei se tal informação encontra-se na (no) Wikipédia.
      Elas estão em vários jornais de São Paulo, outubro e novembro de 1918, e provavelmente nos de outros estados, nos arquivos da Biblioteca Nacional. Caso duvide, entre no site da Biblioteca e, uma vez nele, busque na Hemeroteca digital.
      Tenha um bom fim de semana.

      • Senhor Zeca,

        Apesar do meu jeito um tanto Brucutu de ser, a verdade que estou tentando trazer à nossa conversa (muito educada, aliás, graças ao seu bom senso e boa educação) é que inúmeros institutos e pesquisadores já realizaram extensivos estudos e os resultados foram simplesmente e sistematicamente maravilhosos.
        A própria FDA, que é rigorosíssimo nestes casos, já se convenceu e aprovou a utilização ampla desta droga contra o COVID-19.
        Inúmeros governos de países desenvolvidos já estão usando amplamente esta droga no combate da pandemia.
        Assim, quando o senhor vem a público dizer, sabe-se lá com base em que informações, que esta droga não serve, só pode ter as seguintes explicações:
        Ou é uma tremenda ingenuidade da sua parte, o que duvido,
        Ou é uma tentativa deliberada de “queimar” essa possibilidade de solução da pandemia em nosso país, provavelmente para ver o circo pegar fogo, como tanto querem os terroristas da gangue do Maia, do Alcolumbre e do Gilmar.

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