A PALAVRA DO EDITOR

Estamos no dia 26 de novembro de 2021.

Sextou geral.

Tá acabando a semana, o mês e o ano.

Hoje é dia de Chupicleide e Bosticler caírem na gandaia.

Eu ouvi os dois combinando agora há pouco pra encher o rabo de cana no final do expediente.

Ela levantando a saia pra se abanar, dizendo que tava com calor na bacurinha, e ele espiando com o rabo do olho.

A farra vai ser no Bar da Caceta, no Alto do Mandu, aqui perto da redação desta gazeta escrota.

Os dois estavam felizes que só a peste por conta das doações feitas esta semana pelos leitores Eurico Schwind, Benigno Aleixo, Luiz Francisco, S.J., Boaventura Bonfim e Marta M. Menezes.

Gratíssimo a todos vocês que colaboram pra manter esta gazeta escrota nos ares.

Quem também está feliz é o Bartolomeu Silva, o técnico cuja empresa cuida da hospedagem e da assistência técnica do JBF, mantendo tudo funcionando 24 horas por dia, não deixando nossos leitores passarem por crises de abstinência.

Bartolomeu sabe que o pagamento dele deste mês de novembro tá garantido, por conta da generosidade dos nossos leitores.

Isso sem falar dos trocados que sobraram pra comprar capim pro Polodoro e ração pra Xolinha, nossos estimados mascotes.

E, já que falamos em Polodoro, vamos embelezar esta tarde de sexta-feira ouvindo Luiz Gonzaga, o saudoso Rei do Baião, numa comovente homenagem ao jegue, esse animal que é uma marca característica da Nação Nordestina.

Vamos ouvi-lo interpretando a composição Apologia ao Jumento – O Jumento nosso Irmão.

1 pensou em “DIA DE CHUPICLEIDE CAIR NA GANDAIA

  1. Isso era nos tempos idos do Gonzagão e, mais certo, antes.

    Hoje, ele é trocado por moto e vendido – ingratamente!!! – para fábrica de embutidos e hamburguers.

    Triste fim dos sofridos jegues, que alguém já chamou de “o navio do nordestino”, pois se não fosse ele carregando de um tudo e a toda hora, não haveria Nordeste e muito menos o nordestino, principalmente, o mais pobre, o da área rural – quando precisava de um transporte, às vezes urgente, ou fosse para o que fosse, inclusive para compra e venda do necessário, nas feiras dos povoados e até das cidades.

    São exemplos perenes da mais pura ingratidão!!!

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