
Mesmo sendo tão alegre
Tenho cotas de tristeza
Não tenho a senha da mágica
Que me garanta a certeza
Que ares de felicidade
Possam vir sem tempestade
Soprando apenas nobreza.
Entre tristeza e alegria
Vou labutando na lida
Jamais ficarei amarga
Os versos me dão guarida
As estações que se alternam
Acordam sonhos que hibernam,
E dão luz a minha vida.
E se hoje o vento leste
Que chega desatinado
Resolver jogar por terra
O meu castelo encantado
Sem ligar pra insensatez
Desenho tudo outra vez
Refaço o sonho dourado.
Passando pra deixar meu abraço, com a alegria de ver que a poesia continua deixando melhor a sua vida e a de quem lê os seus versos. Valeu, Dalinha!
Muito obrigada, meu amigo é um prazer grande ver você nos comentários . Meu abraço carinhoso.