3 pensou em “DESCONFIE SEMPRE. ELES SÃO CAPAZES DE TUDO

  1. Em dezembro de 2024 a influencer A. Fontenelle fez a mesma denúncia e foi condenada pela justiça a retirar do ar seu site.

    Estou desconfiado que o trabalho do Felca foi encomendado para ajudar a censura das redes.

  2. O Teatro da Falácia da Esquerda Brasileira – Maurino Júnior, 13(ôps!!) de agosto de 2025

    Ah, os esquerdalhas de araque, paladinos da virtude que vivem em palácios de discurso enquanto se afogam em contradições. Eles pregam igualdade e justiça social, mas são primeiros a escolher privilégios, regalias e narrativas convenientes que protegem o próprio umbigo. São artistas do teatrinho moral, performando indignação como se fosse arte sacra, mas sempre com roteiro previamente aprovado pelo próprio ego inflado.
    Falam em “defender o povo”, mas ignoram filas de hospitais, escolas caindo aos pedaços e segurança pública que é um poema de horror. Cada manifesto de fachada, cada hashtag viral, é um lembrete de que sua moralidade é uma mercadoria: quanto mais chamativa, maior a venda da autoimagem. A coerência? Um conceito que eles deixaram de lado junto com a decência.
    Defendem a liberdade, mas querem controlar cada palavra, cada pensamento que não lhes agrade. Celebram democracia, mas só enquanto os holofotes brilham sobre seus palcos de Instagram e Twitter. Criticam corrupção, mas quando a mesma ocorre dentro da própria bolha, desviam o olhar e transformam o escândalo em “mal-entendido” ou “injustiça do sistema”.
    E a narrativa? Ah, a narrativa é sagrada. Cada falácia cuidadosamente embalada em “luta contra o opressor” esconde interesses pessoais, rancores antigos e a obsessão por poder disfarçado de ética. Acusam, julgam, condenam — mas raramente assumem qualquer responsabilidade. O povo, sempre o povo, é o fantoche indispensável, usado como pano de fundo para selfies, discursos inflamados e conferências virtuais.
    O resultado? Um circo de fumaça moral, onde a essência daquilo que pregam é constantemente contradita pelas próprias ações. São virtuosos no papel, hipócritas na prática, defensores da verdade apenas quando ela cabe em seu roteiro. E no fim, entre aplausos fingidos e indignações ensaiadas, resta apenas uma certeza: enquanto eles atuam, o país sangra, as reais injustiças se aprofundam, e a hipocrisia explode em cores que ninguém consegue mais ignorar.

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