Sob o sol escaldante eu beijei seus lábios e o mar nos cobriu com uma onda grande. O sabor do teu beijo doce misturou-se com o sal da água e as nossas línguas ficaram como as ondas: não contavam quantas vezes ultrapassaram os limites formando espumas, num vai e vem sem fim.
Depois a vi adormecer sob o calor do mesmo sol.
Havia um quê de paz em seu sorriso recém beijado e a terra…
Bem…
A terra me soprava aos ouvidos “acorde o seu amor. Beije-o outras vezes mais.”
Inspiração da peste….
Coisas das minhas insônias.
CONTÍCULO é saborosíssimo!
Parabéns Jesus de Ritinha!
Cícero, você sempre muito gentil.
Contículo belíssimo e “caliente”..
Poesia pura!.
Parabéns, querido ´poeta José de Ritinha de Miúdo!
Bom domingo!
Obrigado, querida Violante.
Corrigindo: Jesus de Ritinha de Miúdo
Beije-o ?????
Jesus assumiu e saiu do armário ???? ahahahahah
“Depois a vi adormecer (…) Acorde o seu amor”.
Amor.
Substantivo masculino, Adônis.
Estou de sacanagem contigo, poeta. É inveja por não saber fazer coisas tão bonitas.
Eu sou teu fã, macho.
Sempre digo isso.
E é verdade.
Beije-me como quem verte borbulhas de vinho verde. Poeta, sofro também com elas – in sonias.
A Moça da Praia escreve bem.
Quem será a figura por trás do perfil?
Meu caçulinha diria “painho, curiosidade matou um gato”.
Obrigada.