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Isso chama-se covardia. Os esquerdopatas “votaram” nesta merda para representar o país? Tamo fudido e sem moral.
Des ulpem, ato falho: onde está escrito esquerdopatas ” votaram” , leia-se : o STF elegeu esta merda.
Para variar até para se defender o Covardão de nove dedos terceiriza a responsabilidade.
Olá!
Na falta de vergonha em admitir sua incapacidade de dialogo no terreno diplomático, vai gastar nossos impostos com causa perdida… afinal, para que serve o infeliz que trabalha, paga impostos e quando sonha com uma aposentadoria… lá também é roubado. Típico de governos autoritários… finge que governa, mas no fim apenas que usufruir das benesses … filme velho, de final conhecido… inté!
Maurino Júnior, 26 de agosto de 2025 – O Brasil, esse gigante eternamente adormecido em berço esplêndido, mais uma vez é reduzido à triste caricatura de Banânia pelas mãos do lulopetismo. Diante da imposição de tarifas de 50% pelo governo norte-americano, o que faz o “Mula”? Corre a contratar um escritório de advocacia nos Estados Unidos, como se a soberania de uma nação de 200 milhões de almas pudesse ser defendida por advogados pagos a peso de ouro em dólar.
Eis a lógica perversa do desgoverno petista: em vez de fortalecer a diplomacia nacional, consolidar parcerias sólidas, diversificar mercados e proteger o produtor brasileiro, prefere ajoelhar-se em Washington, mendigando soluções jurídicas enquanto posa de “estadista” nos palanques internos. É a velha encenação: gritam contra o “imperialismo” para enganar a plateia, mas correm a implorar socorro ao próprio “império” quando sentem o peso das decisões.
O resultado? Mais uma demonstração de fraqueza, subserviência e despreparo. O Mula, que adora posar de “defensor dos pobres”, entrega a economia nacional de bandeja a interesses estrangeiros e ainda trata o contribuinte brasileiro como caixa eletrônico para bancar aventuras jurídicas fadadas ao fracasso. Em vez de investir em políticas sérias de competitividade e inovação, prefere sustentar a indústria da advocacia internacional, que já deve estar rindo às gargalhadas dessa ingenuidade tropical.
Enquanto isso, o Brasil real — o produtor que acorda antes do sol, o exportador que enfrenta burocracia e impostos extorsivos, o trabalhador que paga o preço da incompetência estatal — continua à mercê da mediocridade de quem governa como se o país fosse um sindicato de compadres.
É a tragédia da pátria reduzida a piada: o “líder global” incapaz de negociar com firmeza, que transforma cada derrota internacional em espetáculo farsesco para enganar militantes de barriga cheia de verbas públicas. E o povo? O povo paga a conta.
Em suma: é mais uma prova cabal de que o lulopetismo não governa, improvisa. Não lidera, rasteja. Não projeta o Brasil como potência, mas o rebaixa a figurante de terceira categoria no palco do mundo.
O “Mula” descobriu a pólvora: diante da tarifa de 50% imposta pelo Trump, em vez de ter um projeto de Estado, em vez de usar a diplomacia, em vez de proteger o produtor brasileiro, ele corre para… contratar advogado gringo. É isso mesmo. O sujeito que se vende como “pai dos pobres” agora se ajoelha em escritórios de luxo em Manhattan para pedir socorro. Quem diria: o revolucionário de boteco virou cliente VIP da indústria jurídica americana.
É quase cômico. O homem que gosta de discursar contra o “imperialismo ianque” agora passa o chapéu na porta de advogados norte-americanos, como um mascate maltrapilho tentando vender bugigangas na feira. O mesmo que brada que “o Brasil voltou a ser respeitado no mundo” se mostra incapaz até de negociar uma tarifa. Respeitado? Só se for no bar do sindicato, porque lá fora somos vistos como o eterno Zé Ninguém de terno mal cortado.
E claro, a conta não sai do bolso dele. Sai do meu, do seu, do nosso. O brasileiro que já paga impostos pornográficos agora também banca honorários milionários para advogado americano. Porque, afinal, nada mais coerente do que um país Banânico gastar em dólar para comprar uma dignidade que não tem.
O espetáculo é grotesco: enquanto o Mula posa de estadista em palanques ensaiados, na prática ele rasteja em tapete alheio. É o eterno vira-lata diplomático, que late alto dentro de casa para impressionar a claque, mas quando cruza a rua, enfia o rabo entre as pernas e implora por afago.
E o mais irônico é ver a militância, sempre pronta para gritar contra “o imperialismo”, agora aplaudindo o ato de contratar advogados do próprio império. Coerência? Zero. Cinismo? Infinito. Mas, convenhamos, o lulopetismo sempre foi mestre em vender contradição embrulhada em retórica barata.
Assim seguimos, com o Brasil reduzido a freguês de luxo da banca americana, enquanto os verdadeiros problemas — competitividade, inovação, segurança jurídica interna — ficam abandonados. O governo não governa: terceiriza. Não negocia: se humilha. Não defende: paga para ser defendido.
No fim, o “Mula” não é presidente, é apenas gerente de Banânia S/A, terceirizando até a soberania nacional.