Em cem dias de poder, a primeira-dama Janja já mostrou não haver resistido aos encantos do mercado de luxo, tanto quanto a “burguesia” que a esquerda ataca.
Na visita oficial a Washington, Janja posou com o marido e o casal Biden exibindo uma bolsa da marca Celine, uma das mais ambicionadas por madames de todo o mundo.
Vendida no site da grife de luxo por R$ 21.400, tem forro de camurça e acabamento em prata. A expectativa é de que ela não repita o acessório na visita à China.
Se Janja ganhou a bolsa do maridão, Lula comprometeu quase todos os R$ 23.453,43 do seu salário líquido de presidente.
Questionada, a assessoria de Janja não explicou a origem ou se a bolsa foi incorporada ao patrimônio público, caso tenha sido mimo de terceiros.
A primeira-dama deu uma pista de que não economiza no luxo: a camisa de seda que usou para entrevista ao Fantástico custa R$ 2.580 na loja.
A grife que vestiu Janja, na posse de Lula, tem preços distantes da maioria dos brasileiros: ali, um vestido chega a custar mais de R$ 7 mil.

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A família luleira tem tudo cheio!
Tanto a bolsa quanto o bolso.
Isso sem contar o tanto que enchem os nossos sacos…
A CORTESÃ DAS AMÉRICAS
Henry Kissinger já afirmou que o poder é o maior dos afrodisíacos, em referência às mulheres obcecadas por homens ricos e poderosos.
Janja, a nossa Messalina tupiniquim, quiçá inspirada em Carlota Joaquina ou Lucrécia Bórgia, converteu o poder central numa vitrine de suas entranhas, tamanha a sua promiscuidade.
A sexocracia palaciana dá o tom escandaloso e bem mais acentuado do que nos tempos de Bernardo Cabral.
O Palácio da Alvorada, atualmente, já é conhecido como Casa da Mãe Janja, pelas orgias públicas ali realizadas.
E se achando a Marie Antoinette da corte de Luiz XIII, Janja conquista, a cada dia, a antipatia dos brasileiros pela sua vida perdulária e promíscua cercada de luxos e luxúrias.
O jogo de Janja vai além da satisfação desenfreada de seus instintos lascivos e de sua ganância pelo poder e pelo dinheiro (dos outros), equiparando a história de Brasília aos contos de Giovanni Boccacio.
A Piranha-Dama sentiu-se lisonjeada ao ter os seios apalpados, em público, pelo Presidente Joe Biden.
Nunca antes na história da República dos Manés se viu ou se ouviu falar de um presidente tão corrupto quanto o Lula, nem de uma Primeira-Dama tão ninfomaníaca e vulgar.
Todo senil tem a cortesã que merece.
Janja tem ódio e inveja da Michelle.
Classe, requinte, simpatia, empatia, carisma, elegância é algo que não se encontra nem nas mais caras grifes do mundo.
Canja vai ser sempre Canja.
Essa puta, mesmo embrulhada em ouro, continua sendo uma quenga horrorosa!