CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Caro Berto,

Sou Analista Judiciário aposentado do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, Justiça Federal especializada, onde trabalhei durante 18 anos e exerci o cargo de Diretor-Geral por duas vezes.

Por isso, CONFIO NA JUSTIÇA ELEITORAL, CONFIO NA URNA ELETRÔNICA.

Dessa forma, com o fito de comprovar a seriedade da Justiça Eleitoral e, ainda, visando a um Pleito Eleitoral placidamente tranquilo, peço-lhe a gentileza de publicar estas instruções “Boletins de Urna permitem fiscalização das eleições pelo cidadão – Tribunal Superior Eleitoral”.

Embora esteja grafado: “Boletim na Mão. Eleições2018 #VEMPRAURNA”, elas valem para todas as eleições.

Cordialmente grato,

12 pensou em “BOAVENTURA BONFIM- FORTALEZA-CE

  1. Mais uma GALINHA LULOPETISTA que – como toda GALINHA!!! – tem um micro cérebro e adora tomar no fiofó, para, então, (masoquistamente feliz!!!) sair a cacarejar, aos berros, elogios ao seu estuprador mor, o LULADRÃO.

  2. Comentário altamente pertinente Adail mas, a minha dúvida é: por que a NASA, FBI, CIA, KREMLIN, ONU não contratam os “técnicos” do TSE para resolver os problemas de invasão em seus sites”?

  3. Também confio nos bancos e donos de bancos. Trabalhei no UNIBANCO e confio na seriedade dos bancos. Por isso sou a favor de que qualquer movimentação financeira não precise de comprovante. Outro dia fiz um PIX pra um amigo, ele disse que não recebeu e pediu comprovante. Respondi: não preciso de comprovantes porque confio 100% no sistema bancário. Se vc não recebeu problema seu. Vai reclamar com o Papa.

    • Assiste-lhe razão, VBP!
      Agora você me fez lembrar de um colega do Banco do Brasil, onde trabalhei por 17 anos. Ele mantinha uma coluna humorística sobre Futebol, no Jornal O POVO aqui de Fortaleza, cujo título era “Chuteira, Cravo e Canela, o humor do mais fino Lavor”. O nome dele é Lavor Campos e está com mais de 90 anos de idade. Ele costumava dizer que jamais iria confiar em computadores. Ao ser indagado sobre o porquê dessa desconfiança, Lavor respondia: – porque eles passam a noite fazendo PROGRAMA. Nossos colegas do Banco prorrompiam em sonoras gargalhadas. Velhos tempos, belos dias! Infelizmente, percebo que hoje em dia “a nobreza de espírito não passa de um ideal esquecido” (Rob Riemen). Muitas pessoas só se comunicam proferindo vitupérios, invectivas, ofensas a outras que, sequer, conhecem. Humanizemo-nos, ou volveremos à barbárie!
      Boaventura Bonfim – Fortaleza-CE.

  4. Que o advogado confie nestas urnas eletrônicas tudo bem , pois foi funcionário do tse .
    Agora querer que engulamos sapos já é demais. Podemos desconfiar sim , e muito . Não da eletrônica , mas sim de que a manipula. Principalmente urna (ufa! por um i ) , jornal, tv , institutos de pesquisa eleitoral entre outros .
    Afinal que Mauá se São Bernardo , São Paulo , não confiam no cavalo de São Jorge.
    Quando vemos um camarada condenado por vários juízes e descondenado por juízes que ele mesmo antecipadamente colocou
    em vários tribunais , porque não desconfiar ?.
    Sabemos que o cara só fala groselha , mas tem os amigos que também tem amigos .
    Aí entra a questão até bíblica : no meio do trigo nasce joio !.
    Alguém pode estar enganado não ? As veces tu , as veces yo, quién sabe ?.

  5. Boletim de urna nunca revela a vontade da máquina; às vezes nem a do eleitor. Boletim de urna é só a consumação do voto, seja ele corrompido pela fraude, ou santificado pela licitude. A máquina não tem autonomia, menos ainda, vontades e/ou paixões. Aqueles que a manipula têm.
    Boletim de urna não tem a confiança sequer de quem venceu a eleição. O presidente Bolsonaro trouxe um facho de luz à polêmica.

  6. Como bem dizia Luiz “Lua” Gonzaga, aí está o extrato da música “Que mentira, que lorota boa”.
    A fraude que tanto preocupa a sociedade vai estar dentro da urna, em seu sistema operacional de origem, que já emitirá um boletim “batizado”.
    Na realidade, estamos vivendo a mesma situação de uma situação semelhante, ocorrida nos bons tempos das cédulas manuscritas, em que um candidato a vereador, na cidade de Cabedelo-Paraíba, foi à presença do juiz requerer a anulação da urna, por fraude na votação e, quando Sua Eminência – ih, desculpe, errei, o Doutor Juiz, perguntou pelas provas, ele respondeu: “é a urna onde voto. Eu mesmo votei em mim três vezes e não apareceu nenhum voto. Veja o boletim dessa velhaca,”

  7. Bem, eu também confiava na Varig para voar, suas aeronaves, equipe de manutenção e até pilotos. Dificilmente me levariam para o aeroporto errado ou se envolveriam deliberadamente em acidentes ou quedas. Seria “meio chato” para todos. Agora, eu também confiava no xará do mercadinho que anotava a feira para pagar no final do mês, sem olhar para o caderninho. Dificilmente algo dava errado, porque perder o cliente ou levantar suspeita da idoneidade é ruim para os negócios. Ainda mais quando tem concorrência por perto ou surgem grandes redes atacadistas com preços mais em conta e parcelamento no cartão de crédito.
    Bom, enfim. São vários os mecanismos complexos de fiscalização e de motivos para demonstrar a eficiência dos serviços.
    O TRE só precisa dizer que é honesto, é “poder democrático” (Mesmo que a justiça seja anterior a maioria das democracias) e que os servidores são honestos e desconfiar deles é desconfiar de tudo e de todos e que isso gera um “desconforto institucional” podendo levar a um “golpismo à la 64” (nunca um golpe à la Vargas, of course…), justificando processos criminais, prisões, cerceamento de liberdades, direitos políticos e o escambau, porque quem desconfia é só a “extrema direita” populista, fascista e racista. Tudo justificado.
    Mas é claro que só pensa isso quem tem a “caneta” na mão. Os peões estão apenas fazendo seu justo trabalho e servindo a nação. Eles só gemem quando alguém desconfia do “seu time”. Logo, os “protetores” aparecem para defender a “honra”, mas não é a dos peões, não…

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