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Sempre atento, mais uma vez o nosso editor vem nos abanar com seu “leque moleque” de humor. Obrigado pelo complemento “musical”, chefe. O Peninha vai ficar instigado é com a Madalena e o Sancho, se ouvir a obra anexa, deve ter um troço.
A Academia Brasileira de Letras se tornou uma fossa, pois está aceitando todo tipo de merda.
Na verdade a notícia é (ou seria): Indígena Ailton Krenak é consenso raro para vaga de imortal da ABL, mas achei que seria preconceituoso. Mas segue a crítica. Vão faltar depois, o representante gay; PladoBitar e a Carol de Niterói.
Laudeir, quando a ABL tornou imortal o grande Zé Sarney pelo seu livro
“Marimbondos de Fogo”, uma “obra” que penso eu, muita gente só ficou
sabendo que havia sido escrita e publicada depois dessa imortalidade,
eu perdi a fé na ABL.
Millôr Fernandes descreveu ” Marimbondos de Fogo” como “um livro que quando você larga não quer mais pegar”.
Quem é Madalena?
Por essas e outras é que sempre digo: academias em Banânia só as de balé e artes marciais. Ao frequentá-las a gente sempre pode sair com uma lesão física, mas não corre o risco de sofrer uma lesão “intequitual”…
Não vejo nada que impeça os nossos artistas de serem homenageados por instituições correspondentes à sua área, música, dramaturgia…mas essa Academia é para letras e literatura, e não é qualquer coisa. É de Luiz Berto pra lá.
Peninha: Madalena, Gilberto Gil – https://youtu.be/kBHz3ENUQdE
https://youtu.be/BfWst51fvNM – Madalena – Gilberto Gil 1997 – Oficial