DEU NO JORNAL

Enquanto enrola com o corte de gastos, a torneira da gastança no governo Lula segue jogando no ralo o dinheiro do pagador de impostos. A despesa pública atualizada, disponível no Portal da Transparência, chegou nos R$ 5,4 trilhões, a apenas R$ 1,8 bilhão do total previsto para 2024 na Lei Orçamentária anual.

O pouco que falta para estourar o que está previsto em lei é o suficiente para atender ao capricho de Lula e Janja: um novo Aerolula, para substituir o seminovo Airbus 319.

A despesa do governo federal só subiu desde que Lula assumiu.

Pulou dos R$ 5,26 trilhões em 2023 para R$ 5,41 trilhões… e o ano não acabou.

Com todas as exigências de Lula, os modelos achados pelo Ministério da Defesa são Airbus e custam, decorados, de R$ 1,4 bilhão a R$ 2 bilhões.

O governo insinua que o esperado corte de gastos “retardou” a compra. É o que recomenda o bom senso, mas não procede.

Lula se recusa a voar no Airbus 319 desde que um urubu forçou o avião a retornar. Não percebe que foi a qualidade do avião que evitou o pior.

* * *

O terceiro parágrafo desta nota aí de cima resume tudo: a despesa do governo federal só subiu desde que Lula assumiu.

Despesa paga por nós outros, os contribuintes. Despesa com coisas inúteis.

E em se tratando de uma administração lulo-petralha, nada é tão ruim que não possa piorar.

Se preparam: a gastança vai aumentar mais ainda e o nosso suado dinheirinho vai ser espalhado nos ares com muita disposição e ardor pela cuidadora voadora Esbanjanja.

POLÍTICA - "Povofobia": Lula e Janja se tratam em avião e a dose vai  aumentar / Jornal GV News - A notícia sem fronteiras

Um comentário em “AVUANDO PELOS ARES BANÂNICOS

  1. Aquele voo do México, onde o Aerolula teve fazer 5 horas de rodopios antes de pousar, deixou marcas.

    Oficialmente foi o choque de um urubu na turbina que obrigou o pouso fora do programado.

    Porém, de forma estranha, o Cagão ficou transtornado, deu piti no voo, falou muita merda para a tripulação da FAB, ficou descompensado.

    Muita coisa para um pouso que, apesar de não programado, não foi forçado.

    Aí teve coisa.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *