ALEXANDRE GARCIA

Argentina decola com Milei enquanto Brasil derrapa com Lula

O presidente Lula (PT) e o presidente da Argentina, Javier Milei

Quem aplicou em peso argentino no ano passado e quem aplicou na Bolsa de Valores da Argentina fez o melhor negócio do mundo. O peso argentino foi a moeda que mais se valorizou no mundo e a Bolsa argentina ganhou longe da Bolsa de Nova York. Esse é o resultado de ter um economista na presidência do país. É como se Paulo Guedes fosse presidente do Brasil. As coisas saem muito bem, porque a pessoa tem cabeça para isso, para administrar as contas públicas.

Em dólar, a Bolsa argentina cresceu 114,9%, ou seja, mais do que o dobro. Enquanto aqui, a nossa caiu 30%. A melhor é a da Argentina, a pior é a nossa. Em pesos, a Bolsa argentina valorizou 174%, quase o triplo. Em real, a nossa caiu 10%. Da Bolsa brasileira saíram R$ 32 bilhões e do Brasil saíram US$ 16 bilhões.

O mundo está normal. O Brasil não está sofrendo por causa da guerra na Ucrânia, nem pelo conflito na Faixa de Gaza, não tem nenhuma pandemia, a situação está normal, mas o real está despencando. O IPCA, ou seja, a inflação está acima do teto. O Banco Central não consegue conter o dólar, já torrou US$ 34 bilhões de reservas, um déficit de mais de R$ 1 trilhão. Oferecem papeis do Tesouro Nacional com IPCA mais 8%, mas as pessoas estão refugando.

E vem aí os Estados Unidos de Donald Trump no próximo dia 20. Trump foi hostilizado por Lula, que o chamou de nazista e apoiou Kamala Harris. Lula apoia o Irã, o Hamas, vai na contramão do mundo. O Brasil, como diria Carlos Drummond de Andrade: “Vai, Brasil, ser gauche na vida”, gauche no significado literal da palavra: vai ser esquerda na vida e ficar na contramão.

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Dois pesos e duas medidas

Os artistas se manifestavam contra as queimadas na Amazônia e no Pantanal quando consideravam que os responsáveis eram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (Novo-SP). E agora? Com Marina Silva, atual chefe da pasta, e Lula (PT), mais 42% de fogo na Amazônia em 2024, segundo o Inpe, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

Lula só não bateu o próprio recorde. Em 2007, quando Marina também era ministra do petista foram registrados 186 mil incêndios. Em 2004, foram 218 mil incêndios. Em um ano de Bolsonaro, foram 71 mil e fizeram aquele barulho todo por pura propaganda.

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Disputa no PT e a história do dinheiro na cueca

Conversas de bastidores apontam que o líder do governo na Câmara, José Guimarães (CE), pode ser presidente do PT no término do mandato da deputada Gleisi Hoffmann (PR). Guimarães estava envolvido na história do dinheiro da cueca.

Eu estava no aeroporto de Congonhas (SP) e um policial contou como foi a operação: um funcionário do deputado estava levando o dinheiro em um voo para Fortaleza (CE), provavelmente porque o irmão de Guimarães e então presidente do PT, José Genoino, decidiu mudar os valores do cofre diante da chegada de Tarso Genro, que iria atuar como uma espécie de interventor no partido.

O dinheiro tinha que ser lavado de alguma forma, parte foi para Goiás (GO) via rodoviária. Mas como Fortaleza era longe, resolveram embarcar no avião. Não é nenhum crime levar dinheiro nacional, mas o funcionário tentou passar pelo raio-x com uma valise cheia de dinheiro. Tudo bem, não é crime, mas pediram que ele prestasse esclarecimento no plantão policial.

O agente pediu ao assessor de Guimarães que se sentasse, mas ele não queria, quando finalmente se sentou, ficou muito alto. Vendo a situação, o policial deu a ordem para que ele baixasse as calças e descobriu os dólares. Para transportar dólar, é necessário atestar a origem e o dinheiro não tinha origem.

Não esquecemos, e nem podemos esquecer, porque a própria Constituição diz que no serviço público, em qualquer dos Poderes, tem que haver moralidade e transparência, além de outras qualidades. Moralidade e transparência. É preciso repetir isso até cansar: a exigência de moralidade e transparência no serviço público.

2 pensou em “ARGENTINA DECOLA COM MILEI ENQUANTO BRASIL DERRAPA COM LULA

  1. Tudo isso que A. Nunes coloca era perfeitamente previsível.

    Veremos o que 2025 nos reserva.

    Não estou otimista, pois de qualquer forma, a dor vai ser grande.

  2. ESTUDOS DO GRANDE DESPERTAR by Prof Ergom Abraham, [5 de jan de 2025 às 12:57]
    Quem está por trás de Alexandre de Moraes?” Essa é a pergunta de um milhão de dólares, que muitos no Brasil já formularam, mas nunca obtiveram resposta direta. Até agora.
    Muitos de nós desconfiávamos, havia inúmeras evidências, jornalistas como Shellemberger já haviam ventilado a hipótese. Só que, agora, o que era uma hipótese (muito plausível, diga-se de passagem), tornou-se uma certeza. E isso aconteceu no maior podcast do mundo, o de Joe Rogan.
    Mike Benz, ex-funcionário do Departamento de Estado americano e diretor de uma ONG pró-liberdade de expressão (Foundation for Freedom Online), decidiu jogar no ventilador o que muita gente desconfiava, mas poucos ousavam afirmar: o sistema judicial brasileiro sofreu infiltração e foi instrumentalizado para servir aos interesses da CIA.
    Sim, caros leitores, não é mais “teoria da conspiração”. É a realidade. E foi dita por ninguém menos que um ex-funcionário do alto escalão do Departamento de Estado dos EUA.
    Mike Benz detalhou como o Brasil se tornou alvo de uma operação minuciosa de interferência, na qual instituições e pessoas foram cooptadas para servir a um objetivo claro: minar qualquer possibilidade de reeleição de Jair Bolsonaro e consolidar um sistema controlado e alinhado com os interesses de uma elite globalista. E quem estava no comando, em solo brasileiro? Alexandre de Moraes, o ditador de toga.
    Segundo Mike Benz, a interferência americana no Brasil começou em 2018, duas semanas depois da eleição de Bolsonaro. A CIA, por meio de seus braços internos, o Center for Effective Public Policy Studies (CEPS), desembarcou no Brasil para estudar o fenômeno Bolsonaro. Eles se perguntavam como era possível um candidato sem qualquer estrutura institucional ou financeira ter ganhado uma eleição apenas com o carisma e o domínio das redes sociais.
    O resultado dessa investigação foi um plano estratégico: “nunca mais permitiremos que algo assim aconteça”. E assim começou uma operação de guerra híbrida. Durante os quatro anos do governo Bolsonaro, o CEPS, com financiamento e coordenação da CIA, teria trabalhado incansavelmente para criar uma estrutura de censura e manipulação que garantisse a derrota do presidente em 2022. E conseguiu.
    É aqui que entra Alexandre de Moraes. Benz foi claro: Moraes foi o principal operador local do esquema. Sob o pretexto de “combate à desinformação”, ele transformou o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral em verdadeiras ferramentas de censura. Mas a censura não foi só local; ela foi importada, financiada, organizada.
    Lembremos das incontáveis ações do ministro, calando opositores, mandando prender jornalistas, bloqueando redes sociais e decretando sigilo eterno em processos que deveriam ser públicos. Agora sabemos por quê. Segundo Benz, essa estrutura foi diretamente influenciada pela CIA e operada em parceria com instituições brasileiras, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e até mesmo a Rede Globo. Sim, a Globo, citada nominalmente por Benz, como parte da engrenagem que ajudou a “gerenciar” o resultado eleitoral no Brasil.
    Outro ponto levantado por Mike Benz é o papel das universidades, especialmente a FGV, na promoção de “leis de combate à desinformação” – ou, para utilizar uma expressão mais precisa, leis de censura. Benz explicou que o CEPS e outras entidades americanas financiam essas instituições para moldar o debate público, influenciar o Congresso Nacional e forçar a aprovação de legislações que restringem a liberdade de expressão.
    Não é coincidência que, até hoje, o “PL da Censura” seja pauta recorrente no Brasil. É uma obsessão que vem de fora; interesses estrangeiros insistem em implementar no Brasil um controle narrativo disfarçado de “proteção contra fake news”. Eles nos tratam como crianças que não sabem pensar por conta própria. Um insulto à nossa inteligência.
    O que Benz descreveu é assustador, mas não surpreendente. Aqui no Brasil, o que chamamos de “sistema”, nos Estados Unidos, se chama “Deep State”.

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