Neste ano que está acabando e nos outros que estão por vir, junto todas as utopias e almejo:
– que o horizonte corra para trás tantos passos quantos eu der para a frente, de forma que eu nunca pare de caminhar;
– que todos os Generais aprendam a ficar quietos e se tornem apenas soldados, sem aspirações outras que não a de servir à Pátria;
– que haja boas injeções em dose suficiente para vacinar todos os homens maus, tornando-os do bem;
– que a Pasárgada de Bandeira e o Altemburgo de Guilherme sejam cidades vizinhas uma da outra e bem próximas a mim e se pareçam com o Brasil que sonho;
– que eu tenha a elegância e a sabedoria necessárias para poder discordar do meu vizinho sem prejuízo do respeito e amizade que deve permear a relação entre os homens;
– que tenhamos todos um 2026 bom, solidário e fraterno, dias felizes com sobra de abraços para todos.
– aos meus amigos desejo um ano vovo repleto de Paz e Harmonia. Aos que de mim não gostam, continuem sem gostar. Ainda assim, a eles também desejo um venturoso ano.
Xico Bizerra, com o beneplácito de Dulce Maria, Mariana, Clécio, João Paulo, Renata, Bernardo, Vinícius e Leonardo.

Faltou desejar que o grande Xico seja reconhecido como o maior compositor do Brasil. O que seria justo. Viva!!!