Foram tantas decisões de Alexandre de Moraes que ajudaram o projeto Lula (PT) de poder que fica difícil, mesmo para os padrões de canalhice da política brasileira, “largar a mão” do ministro do STF.
Lula deve a Moraes até a recente reconciliação com Davi Alcolumbre: convocou o amigo “para um café” e fez dele seu articulador político.
Moraes levou o presidente do Senado, quase sob vara, para beijar a mão de Lula.
Não dá para Lula fazer o que fez à lobista Roberta Luchsinger, sócia do seu filho Lulinha, e dizer que Moraes lhe é estranho ou que mal o conhece.
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Amigo é coisa pra se guardar, debaixo de sete chaves, diz a música de Milton Nascimento.
Mora um no peito do outro.
Uma amizade imorredoura e luminosa.
Os dois jogam luz nos ares e clareiam a republiqueta banânica todinha.

Essa estória de “ninguém larga a mão de ninguém” não funciona com o nonadáctilo. O Xandão está agora por si só. No primeiro sinal de perigo o grande líder vai sempre dizer que nunca se encontrou, ou mesmo sabe quem é, o/a mané com quem até ontem trocava beijinhos e carícias… Os cupinchas Abba the Hut e Laxante que também se cuidem, porque se seus traseiros começarem aparecer (e duvido que estejam imaculados como o de um recém-nascido bebê sueco!) o gajo se escafede. Estão aí o Tofolino e a Robertinha que não me deixam mentir…