Comentário sobre a postagem SAUDADES DO PELÉ…
Zé Lagoa:
Eu aqui, pitando meu cigarrim de paia e matutando:
Na verdade, o futebol perdeu sua essência, deixou de ser coisa de macho, faz tempo.
Hoje é chuteirinha rosa, macia prá não machucar o pezinho do “minino”.
Bustiê (acho que é esse o nome) por baixo da camisa prá não ferir os peitinhos.
Camisa com número 24 (todo time agora tem um) coisa jamais inimaginável, nos meus tempos de boleiro.
Beijinhos e abraços exagerados.
No meu tempo, mal havia um aperto de mão de cara fechada pro adversário.
Pausa prá hidratação ou para propaganda de algum anunciante.
Coisa mais fresca!!!!!
E a bolinha, ohhh, de gude!!! rsrsrsrs!!!
Hoje é chuteirinha rosa, macia prá não machucar o pezinho do “minino”.
Creio que o termo certo, para os tempos atuais é “MENINE” (me ensinou a Nanda Guardian, a bela que diz ter mais testoterona do que os esquerdo-machos).
Sou fãzoca da menina Nanda, que me lembra muito a Mafalda, do Quinho (“Si no haces cosas estúpidas cuando eres joven no tienes nada de que sonreír cuando estás viejo”.)
Siempre hacendo cosas estúpidas, la “jovencita” Matilde: Saudosa do Pelé, deixo um beijo pro Zé e um abraço bem apertado pro Sapo Mestre.
Hoje Matilde está mafaldina.
Lembro de um fato (eu estava presente no Maracanã) de uma provocação durante o jogo que o Rivelino fez a um jogador. No final, o adversário foi atrás do Rivelino que fazia ziguezagues até entrar no vestiário. Hoje alguns arrotam podre. Também vi, o então treinador do Atlético/MG, Yustrich, metido a machão se obrar de medo e o pior não aconteceu por que a turma do deixa disso se intrometeu: Ayrton Vieira de Morais apitava o jogo Flamengo x Atlético. Yustrich xingava a todo momento. De repente Airton (apelidado de Sansão) parou o jogo, botou o apito no bolso e partiu para cima do valentão Yustrich. A dois metros do túnel a turma impediu a surra que o Yustrich levaria. Mas, o mais afrescalhado dos dias atuais, é quando os ânimos estão acirrados entre dois jogadores, o árbitro corre para apartar. Lembro de Sebastião Rufino, então na Federação Pernambucana: deixava os dois se engalfinharem. Terminada a briga, expulsava os dois.
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