CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Dom Luiz Berto:

Nos meus 78 anos – assim como, naturalmente, aconteceu com os meus filhos e os meus netos – tomei, sempre que necessárias, todas as VACINAS (com letras maiúsculas, por serem verdadeiras vacinas, pois que são tanto, totalmente, testadas e aprovadas em sua eficácia imunizante como, também, absolutamente, inócuas quanto a quaisquer efeitos colaterais prejudiciais à saúde).

Porém eis que chega a peste xing-ling e os vigaristas donos de laboratórios farmacêuticos inundam o planeta (ganhando bilhões de dólares de lucro fácil e contínuo) com suas poções mágicas – que nem eles acreditam, pois exigem serem eximidos de qualquer processo legal, por seus não-efeitos e/ou seus malfeitos e/ou seus malefícios (presentes e futuros).

E apelidam – a umas (que são porcarias experimentais), a outras (que são bombas-relógio de pavio curto) – de “vacina” e/ou “imunizantes”.

Como não há nada mais escravizante, mais submisseante que o medo, encheram (e continuam a encher) os bolsos da mídia, dos governantes, dos congressistas, do judiciário e até do setor da saúde com polpudas propinas, numa campanha permanente de crescente e permanente terror nas populações, além de, logicamente, outra paralela e simultânea de descrença total de verdades científicas e assassinatos de reputação dos que eram e são contra essa palhaçada – que seria motivo de riso, se não fosse criminosamente trágica, com consequências maléficas e irreversíveis de toda espécie e, também, com proporções inauditas que só o tempo revelará.

MAS COMO A VERDADE JÁ EXISTE, A MENTIRA PRECISA SER INVENTADA.

É a almejada tirania dos vis GLOBALISTAS se alastrando – só não vê quem não quer!!!! – reptícia, viperinamente disfarçada de pseudo e fantasiosa reação sanitária.

E, dentro em breve, começarão com a instituição de LEI MARCIAL, a etiquetação (como fizeram com os judeus) e até prisões compulsórias (em campos de concentração) dos “criminosos” rebeldes – isto é, os – para os liberticidas – taxados como impuros anti-vacinas e anti-passaporte-sanitário, como sujos inimigos da saúde pública, como marginais anárquicos e miseráveis anti-sociais que não aceitam a ideia de perder as suas liberdades, já que o todopoderoso Estado e seus iluminados “soviets”- tão sábia, paternal e maternalmente – irá dirigir as suas porcas e inúteis vidas.

Então, seremos parados em limites domésticos e/ou citadinos ou em fronteiras (municipais, estaduais ou nacionais) ou proibidos de entrar em ou ir a qualquer lugar, e, logo em seguida, vindo o perene toque de recolher – que já ensaiaram, no início, quando inventaram até um “vírus-ricardão” ou – vampiro” ou -lobisomem”, pois só atacava das 11 da noite às 5 da madrugada.

Será – se já não o é!!! – a morte anunciada da democracia e a aurora desgraçada do Grande Irmão e a apoteose sangrenta do infame totalitarismo nazifascicomunista em estado puro.

Enquanto isso, os masoquistas “ratos-de-laboratório” continuam (e continuarão) a espernear, corcovear, grunhir, rosnar, guinchar, gritar, esbravejar, urrar, relinchar, zurrar, berrar – incansável, exigente e histericamente:

“QUERO VACINA, QUERO VACINA, QUERO VACINA!!!”

Portanto, dê-lhes o veneno adequado para as suas mentes submissas e corpos escravizados!!!

E muitos (apesar da mídia caduca fazer de tudo para esconder!!!) recebem a “picadinha-básica” num dia, e morrem no outro.

É triste – triste demais!!! – ver tanta gente descerebrada, enganada pelas mentiras diuturnas e aterrorizantes da REDE GOEBBELS e dos demais da mídia corporativa funerária.

Daí, a “vacina”, que não é vacina e, muitíssimo menos, “imunizante”, tornou-se, sim, unicamente, uma arma psicológica que visa a extinção das liberdades – individuais e grupais – da local à mundial.

E aos que, teimosamente, ainda duvidam dessa verdade, pergunto:

A “picadinha” – por acaso!!! – previne a infecção??? NÃÃÃO!!!

A “picadinha” – por acaso!!! – previne a transmissão??? NÃÃÃO!!!

A “picadinha” – por acaso!!! – previne as mortes??? NÃÃÃO!!!

Aos fanáticos – masoquistas autocandidatados a “ratos-de-laboratório” – uma última pergunta:

Se a apelidada de “vacina” – agora reapelidada de “imunizante” – tivesse um MÍNIMO DOS MÍNIMOS de valor sanitário, ao menos para os já “picados” ou “imunizados”(???) com uma 3ª dose (e não demora vem a 4º, a 5ª, a 6ª, … a nª dose!!!), POR QUE OBRIGÁ-LOS, ainda, a seguir o mesmíssimo – supostamente válido e defensivo – “protocolo” (uso de máscaras, não-aglomeração, fique em casa, etc., etc., etc.) do início da “fraudemia”???

A não ser que a orwelliana novilíngua tenha conseguido impor uma nova definição para

VACINAR-SE – que é receber o imunizante;

IMUNIZAÇÃO – que é quando a pessoa desenvolveu a imunidade para qual a vacina foi indicada.;

Quando se diz que a pessoa está imunizada, significa que ela recebeu a vacina adequada e teve os efeitos positivos dela, que é produzir anticorpos contra a doença específica para a qual foi criada.

E lembremo-nos que (antes da peste xing-ling) todas as vacinas verdadeiramente licenciadas no mundo passaram – obrigatoriamente!!! – por sucessivas e rigorosíssimas fases de testes, para receberem a devida aprovação e a consequente funcional aplicação, produzindo-se – como é de se esperar!!! – os reais e efetivos bons/ótimos resultados.

Primeiro, os imunizantes são bem testados em animais de laboratório.

Somente depois – que a vacina se mostrar absolutamente segura e estimular clara e indubitável resposta imunológica em animais – ela é aprovada para testes em humanos.

Em humanos, os estudos começam com a fase 1, em que se analisa, OBRIGATORAMENTE, a segurança dessa vacina em um grupo pequeno de pessoas.

Se ela passar no rigorosíssimo teste de segurança, ela vai para a fase 2, que é um teste – também OBRIGATÓRIO – de total segurança, mas com um grupo maior de pessoas, geralmente entre 800 a 2 mil indivíduos.

E, a partir daí, se os voluntários não apresentarem nenhum efeito colateral bem abaixo de grave, ela é aprovada para ir para a OBRIGATÓRIA fase 3, que é um teste em larga escala, em diferentes países, com populações divergentes, para verificar, além da provada segurança, a eficácia vacinal.

Nenhuma – mas nenhuma mesmo!!! – das supostas “vacinas” da peste xing-ling disponíveis ultrapassou, quiçá, todas essas etapas de teste OBRIGATÓRIO, pois isso exige intensão e tempo – o quê não aconteceu.

E ainda, após, vão continuar sendo analisadas na chamada fase 4, que é quando se estuda, OBRIGATORIAMENTE, ao longo de anos após a imunização, qual o efeito de proteção a longo prazo.

Ou seja, qualquer vacina leva – no mínimo dos mínimos!!! – 5 anos para ser aprovada como, absolutamente, isenta de maus efeitos secundários e, natural e comprovadamente, ser de todo eficaz.

Pior de todas essas experimentais (com a saúde dos outros!!!) são as que mexem no genoma e cujos efeitos genéticos (mexer no DNA e no RNA!!!) são irreversíveis, isto é, se dão errado não têm como reverter e/ou curar, como é o caso das “vacinas” da Pfizer, da Moderna e da AstraZeneca.

Como mexe no código genético – ou seja, nas instruções de como um organismo (a cada instante de sua vida) deve se comportar, funcionar e proceder!!! – pode acontecer o quê?

1º – Essas novas instruções genéticas instaladas passarão, inevitavelmente, a agir no genoma do vacinado, e, dele, para seus futuros filhos, netos, enfim, para toda a sua descendência, gerando-se sabe-se lá o quê, até (como em um filme de terror!!!) monstruosidades, do tipo que aconteceu com o medicamento talidomida (na década de 1960);

2º – Como o organismo é induzido, geneticamente (pelo RNA mensageiro) a gerar anticorpos – sem parar – pode acontecer um stress funcional e ele sucumbir por tal esforço repetitivo;

3º – A criação de embolias, coágulos e tromboses com seus consequentes malefícios no sistema circulatório – AVCs, etc. – como veremos no vídeo abaixo, numa declaração pública da advogada Dra. Arlene Teresinha Ferrari Graff sobre a morte de seu filho (Bruno – 28 anos);

4º – A criação possível de até doenças auto-imunes, isto é, absolutamente, incuráveis.

Assim, essa “estória”, essa baita mentira de “vacina” – que não é vacina!!! – e de “imunizante” – que não imuniza!!! -, não tem absolutamente nadica de nada que a sustente.

Portanto o apelidado de “PASSAPORTE SANITÁRIO”(???) ou “VACINAL”(???) não é – nunca foi, nem jamais será!!! – sobre SAÚDE.

E, sim, simples e permanentemente, aterrorizando o indivíduo, faz-se com que ele perca a disposição natural de pensar, raciocinar e reagir, aceitando e cumprindo – apavorada, voluntária e docilmente!!! – todas as ordens, inclusive as mais absurdas, que lhes sejam dadas.

Então, começa-se o CONTROLE SOCIAL que – pouco a pouco!!! – tornar-se-á a TOTAL e ABSOLUTA FALTA DE LIBERDADE, para a ALEGRIA dos sempre presentes CANDIDATOS a DITADORES e abrindo caminho para um – por eles há muito sonhado – GOVERNO ÚNICO e MUNDIAL, com a ESCRAVIZAÇÃO FINAL e ABSOLUTA da HUMANIDADE.

“Qualquer sociedade que renuncie um pouco da sua liberdade para ter um pouco mais de segurança, não merece nem uma, nem outra, e acabará por perder ambas.” [Benjamin Franklin]

Agora, vejamos o vídeo da Dra. Arlene – sobre a morte de seu filho Gustavo e sobre o tal de “passaporte-sanitário”:

6 pensou em “ADAIL AUGUSTO AGOSTINI – ALEGRETE-RS

    • Caro Roberto, aqui no Brasil a mídia e a tal CPI tentam nos convencer que o culpado pela existência vírus é Ele, ele mesmo, o Bolsonaro.

  1. Caro Adail, v. foi certeiro em sua análise.

    Eu acrescentaria que: as vacinas contra a Gripe do PCCh são EXPERIMENTAIS. O que significa isso? Só daqui a 5 ou 10 anos teremos uma resposta sobre os efeitos delas, mas até lá todos já terão tomado.

    Parece que a variante ômicron é uma vacina natural, pois não há relatos de superlotação de hospitais onde ela atua, apesar de ser altamente transmissível, ainda não há relatos de mortes.

    As vacinas existentes têm pouca ou nenhuma eficiência sobre a variante ômicron. Quem pegar esta tal variante terá uma imunidade muito maior do que quem tomar qualquer vacina, sem os riscos inerentes já demonstrados em sua brilhante explanação.

    Que há um grande interesse das indústrias farmacêuticas em fazer com que a população mundial se vacine a cada 6 meses, isto é uma realidade. O aprisionamento social, tal qual já existe na China está batendo à nossa porta. Vamos permitir isso?

  2. Adail Augusto Agostini,

    Do alto de seus 78 anos que trazem, com certeza, muita experiência e sabedoria, você nos brinda com esse texto brilhante sobre as “picadinhas”.

    É muito difícil, todos os dias, tentar acordar quem finge estar dormindo.

    Nada mais a dizer a não ser repetir:
    Brilhante.
    Parabéns.
    Tenha um ótimo final de semana.

    Abraçação ( como diz Sancho ).

    • Adail,
      Sempre a escrever verdades… e como elas incomodam, não é mesmo?

      Escreveu Shirley: É muito difícil, todos os dias, tentar acordar quem finge estar dormindo (quantos interesses se escondem em tão fingido sono).

      E vem o destemido gaúcho e tasca para quem ler souber…

      E aos que, teimosamente, ainda duvidam dessa verdade, perguntas e respondes:

      A “picadinha” – por acaso!!! – previne a infecção??? NÃÃÃO!!!

      A “picadinha” – por acaso!!! – previne a transmissão??? NÃÃÃO!!!

      A “picadinha” – por acaso!!! – previne as mortes??? NÃÃÃO!!!

      Que seu texto ecoe pelo universo fubânico, caro amigo.

      Abraçação ( como diz uma certa curitibana ).

  3. Ainda hoje li sobre a morte de um atleta, jogador de futebol americano, aos 33 anos!! Mais um!
    Pessoalmente perdi um tio e uma tia, irmãos, de AVC num intervalo de 2 meses, ambos vacinados com duas doses. Não tomo.

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