ADAIL AUGUSTO AGOSTINI – ALEGRETE–RS

Dom Luiz Berto:

Sinceramente, eu não encontro palavras para falar a respeito do que essa auto intitulada “feminista”, uma tal de Maria Laura escreveu vitimizando Suzane von Richthofen, afirmando que a assassina foi corajosa por ter tomado a decisão de matar os próprios pais, pois “rompeu com os paradigmas sociais”, e classificando a assassina como “ativista na luta contra o europatriarcado.

Isso está, para quem tiver estômago para ler, no Jornal da Cidade.

Um baita abraço,

Desde o Alegrete – RS,

6 pensou em “ADAIL AUGUSTO AGOSTINI – ALEGRETE–RS

  1. A ” feminista ” , que nas entrelinhas deixa a transparecer que é uma lésbica , e talvez daí a sua adoração pela Suzane , não se pergunta porque a Suzane ao invés de matar os pais ,não saiu de casa e foi viver com o namorado .

  2. Que essa gazetinha de bosta e cheia de más intenções subverta o sentido de um texto para fazer sensacionalismo é uma coisa! Agora nós, da besta fubana entrarmos na onda, é inadmissível! Ora se o site satiriza tanto a direita quanto a esquerda, é mais do que óbvio que trata-se de um texto satírico em que a autora (ou autor – é também muito óbvio que trata-se pseudônimo) usa de fina e extrema ironia para sacanear a onda de idéias estapafúrdias e “politicamente corretas” que vemos por aí! Ah! Antes que eu esqueça, nos filmes, quando os bandidos morrem não é verdade viu? As balas são de festim e o sangue é falso!!

  3. Acho que as tais feministas são bem capazes de defender a assassina, mas o texto em questão é uma gozacao com elas e a esquerda; não é pra levar a sério.

    Mas podem esperar que logo alguma lacradora cairá na armadilha e apoiará o absurdo

  4. Sergio Rieffel escreveu:

    “é mais do que óbvio que trata-se de um texto satírico em que a autora (ou autor – é também muito óbvio que trata-se pseudônimo) usa de fina e extrema ironia para sacanear a onda de idéias estapafúrdias e “politicamente corretas” que vemos por aí!” (???)

    “um texto satírico” (???)

    “usa de fina e extrema ironia” (???)

    Pablo Lopes escreveu:

    “o texto em questão é uma gozacao” (???)

    Será porque “tô tão véio” – que não “captei a sátira / a fina e extrema ironia / a gozação”???

    Ou será porque, apesar de “abestalhado” com o que li, antes de emitir a minha opinião, fui ao:

    https://www.facebook.com/Esquerda-sem-demagogia-500799134072127/

    ver de perto qual é o seu suposto “pensamento” – coisa que, naturalmente, esquerdopatas e esquerdopatetas não têm, pois são iguais a papagaios, ou melhor, bonecos de ventríloquo, que repetem, ad nauseam, sempre as mesmas bobagens (e, olha que estou elogiando!!!) que parecem que são ideias ou palavras delas.

    Conclusão: Pelo mostrado e demonstrado lá, é “óbvio ululante” que é mais um exemplo clássico de “feminista histérica e tresloucada mesmo” (desculpem-me a redundância!!!).

    Logo, não tem nada de “satírica”, “irônica” e/ou “gozadora”.

    A propósito, voltei lá, no link citado, e – talvez pela natural e péssima repercussão, vista nos comentários do dito – muita coisa foi apagada.

    • (Em tempo)

      Sergio Rieffel:

      Se para ti – uma pessoa de fino trato e gosto apuradíssimo – o JBF é “essa gazetinha de bosta e cheia de más intenções”, tu estás fazendo o quê, aqui???

      Pois, prá lá de felizes somos nós, que temos para ler (e, se preciso for, nele escrever), diariamente, o JBF – o terreno luizbertiano, em que o dono, nunca, jamais – e tem todo o direito, pois é dele!!! – exerce, absolutamente, qualquer tipo de censura, sobre o que se escreve nele.

      Logo, ser uma “gazetinha”???

      Assim fossem os demais jornais digitais e a grande mídia, pois aqui é onde tudo é publicado, e volto a dizer, sem censura nenhuma.

      “De bosta”???

      “U qui quié issu???” como diria a Maria do Rosário.

      Respeito é bom, e todo mundo gosta.

      Portanto – oh, moço de fino trato e gosto apuradíssimo – aqui não é teu espelho, e se (no teu, como diria Pascal, “sprit finesse”) não te ensinaram (e eu creio que não!!!), aqui, aprenda a respeitar o próprio JBF e a todos e todas nós – inclusive a mim!!! – que, neste verdadeiro e exemplar jornal, temos a total, a plena liberdade de expressar os nossos pensamentos, nossas ideias e nossas opiniões, quando e como bem quisermos.

      “Cheia de más intenções”???

      Se dizer, defender e espalhar a verdade – coisa raríssima e em extinção nos dias de hoje – é “estar cheio de más intenções”, me perdoa, mas tu és um grande abestado, mais um produto freireano e globoesgotano- em que tudo é ao contrário do bom senso.

      “subverta o sentido de um texto para fazer sensacionalismo”???

      Quando e onde?

      Até nem vou comentar, pois, como dizemos, aqui pros meus lados:

      “Não se gasta chumbo grosso em chimango (=carcará) magro”.

      Portanto, se não estás satisfeito, se tens o verniz – da tua ilibada reputação, “finesse” e vivência – arranhado, se o JBF (e os/as que aqui freqüentam) te provocam esgares de repulsa, e outros faniquitos,

      como se diz, aqui na minha região:

      “Pega a tu viola e vai cantar em outra freguesia!!!”

      E, não te esqueças:

      “Porta dos fundos, serventia da casa!!!”.

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