Eu já sinto as dores prematuras
Da velhice que aos poucos se avizinha.
Mote de Melchior SEZEFREDO Machado.
Meia dose de cana me faz mal,
Meia concha de feijão me empanzina,
O doutor proibiu a tubaína,
O arroz que consumo não tem sal.
Nem me lembro qual o mês do Carnaval,
(Eu que tanto gostava de Marchinha)
No percurso da sala pra cozinha
Vou mais lento com medo das tonturas.
Eu já sinto as dores prematuras
Da velhice que aos poucos se avizinha.

A VIAGEM DA SALA PRO BANHEIRO
É MAIS LONGA QUE QUALQUER MARATONA
ME ESQUECI ATÉ ONDE FICA A ‘ZONA’
DOS TEMPOS QUE ERA RAPARIGUEIRO
HOJE, DOIDO, ATÉ RASGO DINHEIRO
LEMBRO O TEMPO QUE ANDAVA NA LINHA
AGORA NÃO TENHO MAIS O QUE TINHA
NEM NO GOOGLE EU FAÇO MAIS PROCURAS
E JÁ SINTO AS DORES PREMATURAS
DA VELHICE QUE AOS POUCOS SE AVIZINHA
Desse jeitim mêrmo!
Poeta de mente cheia! Filho de peixe, peixe é!
Grande abraço, Poeta!
Triste constatação!
“Que jornal é este mesmo? (hehe).
JBF
Recife-PE