HÉLIO CRISANTO – UMA LUA, UM CAFÉ E UM BATENTE

A morte essa cega ingrata
É foice amolando o fio
Tristeza de quem ficou
Ausência de quem partiu
É a dor dizendo em surto
Que a vida é caminho curto
Pra quem um dia existiu

De repente a gente nasce
Abre o coração pra amar
Se perde nas ilusões
Não vê o tempo passar
Nem sabe que a morte oculta
Chega cobrando uma multa
Que ninguém pode pagar

3 pensou em “A MORTE

  1. Caro poeta Hélio Crisanto,

    Ela é tristemente compulsória, mas enquanto vida houver viver eternamente é necessário.

    Parabéns!

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