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Este cabra é apenas um drogado insignificante, frustrado e pensa que é uma celebridade.
EXATAMENTE – Os militantes da esquerda adoram seus discursos hipócritas , de crítica a tudo o que é relacionado à direita. É um merda que não entende nada, usado pela mídia para pulverizar maledicências no futebol.
Esse jogador quando estava aparecendo , em meados dos anos setenta eu estava ralando em São Paulo e lembro que ele foi preso com maconha. Era iniciante no mundo da bola. A imprensa chegou a tentar jogar a culpa nos policiais, mas a histótia seguiu seu curso e o que se viu foi um grande cocaineiro, xerador de pó de merda e um comentarista porquera
Quando jogava, ele só era um mediano arrogante mas sem coragem de ser ousado. Seu destaque devia ser na base do trigo. Aí entrou para a mídia merda e tá aí fedendo.
Fico aqui pensando, eminmesmado em mim mesmo, o que que um cara deste calibre contribuiu para o futebol brasileiro e que exemplo de pessoa, caráter e profissional ele é ? Viveu na sombra/penumbra de Sócrates, Vladimir naquela pseudo “democracia corintiana” e até hoje pensa que é o rei da cocada. Acha que dois títulos paulistas e uma champions league o qualificam. Que dupla fazia com Galvão Bueno. Acho que a falta de estudo faz isso. Aliás, hoje qualquer idiota faz jornalismo, seja político, econômico ou esportivo.
Pense num camarada bacana e que entende de futebol… não é o Casagrande!
Pense num camarada bacana e que entende de futebol… não é o Casagrande – futebol pequeno! Ensimesmada em mim mesma enquanto beberico meu cafezinho ‘beim’ quentim y cherozim da época em meu Todo Poderoso Timão da tal Democracia Corintiana (nome dado pelo publicitário Washington Olivetto ao período em que os jogadores do Corinthians tinham a ilusão de que participavam das decisões do clube), onde Sócrates era o craque que deixava o sujeito da foto na cara do gol e aí ele fazia a função do nove – empurrar bola pra rede (daqueles que dizem sempre “esse até minha vó fazia). Falo de cátedra, pois à época, sem estádio, estava euzinha quartas e domingos com o buzanfan sentandim no cimento do Pacaembu realizando a sina de corintiana – sofrendo. Sim, torcer pelo Corinthians é sofrer (quem pertence à época do jejum alvinegro de 23 anos, o maior período sem títulos de expressão da história do clube, com duração de 1954 a 1977, sabe o que digo).
Hoje Mailde está corintianíssima.