JOSÉ RAMOS - ENXUGANDOGELO

O choro por conta da dor

De onde vim e o que enfrentei para chegar onde estou, somente com a proteção divina.

Sede de água. Fome de comida. Enxada no ombro. Foice. Fogo de lenha. E, uma vez e outras muito mais, espiando a “criação” morrer de sede e de fome.

Reafirmo pela enésima vez: “não sou Bolsonarista”.

O que sou é brasileiro e contrário a tudo que muitos tornam coisa banal.

Sou radicalmente avesso ao homossexualismo masculino ou feminino. Mas sei, também, que o homossexualismo é coisa antiga. Desde o Império Romano.

Mas, os dias difíceis que enfrentamos (eu e mais seis irmãos) é uma etapa vencida. Vencida por que Deus tomou nossa frente e fez de cada um de nós, um Davi com pedra e funda na mão.

Hoje, vendo a alegria esfuziante de tantos jovens com a vitória burlada e por isso imoral, de Lula, não sei se a dor que dói voltou com mais força. Mais força que a sede de água e a fome de comida.

Dói. Dói muito.

E, o que mais me dói, é olhar para o horizonte diferente de 1950, 53, 54 e perceber a quantidade de pessoas felizes com o que aconteceu, está acontecendo e ainda vai acontecer e constatar que nada mudou.

Dói. Dói muito!

E muitas dessas pessoas são jovens. Jovens desvirtuados, enganados e sem qualquer previsão de futuro. Muitos entregues às drogas ou ao homossexualismo. Ao bezerro de ouro. Não esperaram a descida de Moisés.

Dói. Dói muito!

Dói porque sou humano e essa situação não poderia me alegrar!

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