De onde vim e o que enfrentei para chegar onde estou, somente com a proteção divina.
Sede de água. Fome de comida. Enxada no ombro. Foice. Fogo de lenha. E, uma vez e outras muito mais, espiando a “criação” morrer de sede e de fome.
Reafirmo pela enésima vez: “não sou Bolsonarista”.
O que sou é brasileiro e contrário a tudo que muitos tornam coisa banal.
Sou radicalmente avesso ao homossexualismo masculino ou feminino. Mas sei, também, que o homossexualismo é coisa antiga. Desde o Império Romano.
Mas, os dias difíceis que enfrentamos (eu e mais seis irmãos) é uma etapa vencida. Vencida por que Deus tomou nossa frente e fez de cada um de nós, um Davi com pedra e funda na mão.
Hoje, vendo a alegria esfuziante de tantos jovens com a vitória burlada e por isso imoral, de Lula, não sei se a dor que dói voltou com mais força. Mais força que a sede de água e a fome de comida.
Dói. Dói muito.
E, o que mais me dói, é olhar para o horizonte diferente de 1950, 53, 54 e perceber a quantidade de pessoas felizes com o que aconteceu, está acontecendo e ainda vai acontecer e constatar que nada mudou.
Dói. Dói muito!
E muitas dessas pessoas são jovens. Jovens desvirtuados, enganados e sem qualquer previsão de futuro. Muitos entregues às drogas ou ao homossexualismo. Ao bezerro de ouro. Não esperaram a descida de Moisés.
Dói. Dói muito!
Dói porque sou humano e essa situação não poderia me alegrar!
