Vocês se alembram-se dela, a grande intelequitual esquerdóide que bradou “Eu odeio a classe média”?
E que fez essa declaração de ódio ao lado do seu ídolo Lula, o Descondenado que se tornou o maior mentiroso da Republiqueta Banânica?
Vamos relembrar:
Pois vejam só a matéria que foi publicada na Gazeta do Povo, abordando uma entrevista que a odiadora Marilena excretou hoje, domingo, na Folha de S.Paulo.
A reportagem está transcrita na íntegra logo a seguir.
* * *
MARILENA CHAUÍ REAFIRMA ÓDIO À CLASSE MÉDIA, COMPARA TRUMP A CALÍGULA E CRITICA IDENTITARISMO

“Odeio a classe média até o fim dos meus dias”, disse Marilena Chauí em entrevista à Folha
A professora de filosofia da USP Marilena Chauí reafirmou, em entrevista à Folha de S.Paulo publicada neste domingo (28), seu ódio à classe média. “Ah, sim, com todas as minhas forças. Eu odeio a classe média até o fim dos meus dias”, disse a intelectual de esquerda, repetindo a frase dita em maio de 2013, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante lançamento de livro sobre os governos do PT.
Na entrevista, Chauí, de 84 anos e cuja aposentadoria bruta é de R$ 40.962,82 por mês segundo o site de transparência da USP, explicou que a sociedade capitalista tem “duas classes fundamentais”: a trabalhadora e a burguesia. Na visão da professora, enquanto a burguesia explora a classe trabalhadora, a classe média “funciona oprimindo os dominados e festejando e bajulando os dominantes”.
Isso acontece, segundo ela, porque a classe média sonha em se tornar burguesa, mas tem como pesadelo cair na classe trabalhadora. “Por isso ela é odiosa. Ela é o cimento ideológico que garante que essa sociedade fique como está”, afirmou.
Chauí disse na entrevista ser “muito conservadora” no modo de ser marxista, que segundo ela, é “pra valer”. “Eu conservo a ideia de que, sem a determinação econômica e a compreensão de como a sociedade se estrutura em classes antagônicas, não dá para fazer nada”.
Para ela, o neoliberalismo “fragmentou a economia, dispersou o solo em que a consciência de classe se realizava” e “conseguiu apagar a dimensão econômica do conflito”. Diz que, além de fragmentar a classe trabalhadora, o neoliberalismo é “totalitário” porque teria tornado idênticas todas as formas das relações sociais, fazendo com que a escola, o hospital, o indivíduo, a igreja funcionem como empresas.
Marilena Chauí afirma que o identitarismo também fragmenta a sociedade. “E na fragmentação você não consegue formar uma totalidade política e se torna muito vulnerável à extrema direita, que é onde a totalidade se forma”, diz a professora. Essa “extrema direita”, segundo ela, traz de volta a presença do Estado na sociedade.
“A percepção que a esquerda tem é de uma desagregação do social, que por isso precisa do Estado forte para reintegrar tudo. E há uma nova direita e uma extrema direita que usam símbolos nacionais, que miram o Estado nacional e a posse dos instrumentos estatais, ao mesmo tempo em que dão uma resposta ideológica ao desamparo que o neoliberalismo traz.”
Na entrevista, Marilena Chauí ainda comparou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos imperadores romanos Calígula e Caracala. “Do mesmo modo que, no fim do Império Romano, você teve figuras como Calígula e Caracala, que nos EUA você tem Trump, ou seja, um desmando no nível da sua própria personalidade, do tipo eu quero, eu posso, eu faço”.
Isso é falta daquele passarinho que canta “fogo pagô”.
E essa véia pertence a que classe? Baixa? Alta? Não vai demorar o fim de seus dias véia caquética. Pela sua cara, o amostradinho já deve estar batendo na porta. Vá pra puta que a pariu véia dos infernos. Seu tempo já foi. Vá pra casa fazer seu crochê. E não esqueça o rivotril.
Ia mandar esta mal comida a puta que a pariu, mas já mandaram, então que vá tomá no centro do olho do cu.
“Odeio a classe média até o fim dos meus dias”. Pela aparência, não esta muito longe não!